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21 de junho de 2017

JOVENS-Lição 13: A decisão crucial do discípulo: ouvir e praticar



J O V E N S
- Lição 13 -
25 de Junho de 2017

A decisão crucial do discípulo: ouvir e praticar

TEXTO DO DIA

SÍNTESE

“Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito” (Tg 1.25).

A justiça do Reino não é um amontoado de regras que serve para debates, trata-se de posturas e atitudes que precisam ser vivenciadas e praticadas.

LEITURA DIÁRIA
Segunda - Lc 6.47
Vir a Jesus e ouvir suas palavras
Terça - Lc 6.48
A atitude do discípulo consciente
Quarta - Lc 6.49
A falta de lucidez do ouvinte esquecido

Quinta - Tg 1.22
Cumpridores da Palavra e não apenas ouvintes
Sexta - Tg 1.23,24
O perfil do ouvinte não cumpridor da Palavra
Sábado - Tg 1.25
A felicidade do cumpridor da Palavra

OBJETIVOS
           INCENTIVAR a prudência apresentada por Jesus no primeiro exemplo;
           CRITICAR a postura imprudente do segundo exemplo;
           DESAFIAR os educandos a decidir por obedecer aos ensinamentos do Sermão do Monte.

INTERAÇÃO
O momento mais importante de um período de aprendizado é, sem dúvida alguma, quando o educando decide reorientar sua vida de acordo com as informações e os saberes apreendidos. É o que se chama de práxis, ou seja, a prática instruída pela teoria e esta modificada e readequada por aquela. Consiste em agir de forma refletida e refletir de forma ativa. O Senhor Jesus Cristo disse aos seus discípulos que se eles tinham entendido o que Ele ensinara com o ato de lavar os pés de cada um deles, “bem-aventurados” seriam se praticassem (Jo 13.17). Toda instrução que não gera prática precisa se questionar. As pessoas entenderam o que lhes fora transmitido? Se não, o professor deve perguntar a si mesmo acerca de sua didática, de sua maneira de transmitir e lecionar. Vencida essa etapa e tendo certeza de que se fez entender, o educador deve perscrutar a sua própria prática. O quanto acredita, vive e age de acordo com as lições que ensina. É fato que o Evangelho é maior que qualquer pessoa ou instituição, mas a incoerência é um excelente “pedagogo”, posto que “ensina” mais e melhor que qualquer método. Portanto, a legitimidade, não apenas do conteúdo, mas de qualquer mestre, está visceralmente relacionada à forma com que ele pratica e persegue como alvo a mensagem que leciona.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Proponha aos alunos uma reflexão acerca das placas de sinais de trânsito. Apresente, de acordo com as suas condições, algumas placas de trânsito, e reflita com os alunos as implicações de não se observar as principais advertências dos sinais. Quantas pessoas se acidentam, chegando a perder a própria vida, a de sua família e até a de outros, por conta da imprudência no trânsito. Quantas vezes uma negligência, um atalho, ou uma “bandalha”, além de ser contravenção, em termos de tempo quase nada adianta, já não levou pessoas a perder a vida. Obedecer pode não evitar absolutamente uma tragédia, mas certamente minimizará suas possibilidades de acontecer ou mesmo os efeitos de uma, caso venha a ocorrer. Conclua dizendo que, da mesma forma, saber o conteúdo do Sermão do Monte é importante, mas não colocá-lo em prática, como disse o próprio Mestre, é insensatez e imprudência que têm como resultado a destruição.


TEXTO BÍBLICO
Mateus 7.24-29.
24 Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha.
25 E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.
26 E aquele que ouve estas minhas palavras e as não cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa

sobre a areia.
27 E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.
28 E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina,
29 porquanto os ensinava com autoridade e não como os escribas, adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus.



COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
O Mestre finaliza o Sermão do Monte chamando-nos a todos a que tomemos uma decisão séria diante do que ouvimos (Mt 7.24-27). Tal postura se contrasta com a dos mestres religiosos de Israel, posto que eles mesmos não cumpriam as lições transmitidas em seus ensinamentos (Mt 23.1-38). Agindo dessa forma, Jesus evidencia claramente que não tem interesse algum em fundar uma escola de interpretação, tornar-se tema de debate ou mesmo um rabino popular por suas diferentes leituras da Lei. Seu objetivo é fazer com que as pessoas conheçam e vivam a verdade que pode salvá-las em tempos de aflição (Jo 6.60-69; 10.10). Finalmente, os últimos dois versículos do capítulo sete são da pena de Mateus que observa e assinala a reação do povo diante de tudo o que acabara de ouvir (vv.28,29). [Comentário: O texto de Mateus 7.24-29 aparece como a conclusão do sermão do monte. A solidez espiritual do crente é comparada por Jesus àquele que ouve a Palavra de Deus e pratica, é como o homem sábio que edificou a casa (sua vida e suas atividades) sobre a rocha (Cristo), resistindo assim a ação devastadora do tempo e da eternidade, as provações, tentações e o julgamento. Aquele que escuta a Palavra de Jesus e não a pratica é como um insensato que constrói a casa da sua vida sobre os alicerces humanos do dinheiro, da cultura, dos títulos, da fama, da popularidade os quais como a areia não resistem à ação demolidora do juízo final. Mateus escreveu aos judeus que viviam em Israel, daí o relato da forma de construção bate com a maneira de se construir no Israel daquela época. Que tipo de construção é a sua? Que tipo de atitude você tem tido ao construir sua vida?] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?

I. O HOMEM PRUDENTE QUE CONSTRUIU SUA VIDA EM UM TERRENO SEGURO

1. A imprescindibilidade da obediência no Antigo Testamento. Diferente das divindades pagãs das nações ao redor da Terra Prometida, o Deus de Israel nunca exigiu coisa alguma de seu povo que não a obediência (1Sm 15.22). Através de Jeremias, Deus revela que até mesmo os rituais veterotestamentários nunca foram sua preocupação, e sim a obediência (Jr 7.21-26). [Comentário: Obediência é um substantivo que define a ação de quem obedece, de quem é dócil ou submisso. Uma pessoa que segue, cumpre ou cede às vontades ou ordens de alguém. Quando olhamos para o texto de Mateus 7, notamos as palavras de Jesus quando disse que um homem praticava sua palavra (v.24) e outro “não as pratica” (v.26). É perceptível a presença da obediência na vida de um homem e a ausência na vida do outro homem. O aspecto que diferenciava estes dois homens em suas casas era a obediência a Deus. Como nossa casa é conhecida no mundo espiritual? Uma casa onde se fundamenta na obediência ou na desobediência? Porque Deus ama a Glória do Seu próprio nome, Ele também tem prazer naqueles que esperam em Seu amor e naqueles que expressam suas esperanças em oração. Quando você espera em Deus, você o glorifica como a fonte de uma alegria profunda e infinitamente duradoura. Quando o justo ora, ele simplesmente dá expressão à esperança gloriosa de Deus. A obediência a Deus faz Sua esperança gloriosa ser visível e prova que ela é real em nossas vidas. Esta passagem de Jeremias é semelhante à 1ª Samuel 15.22: “Tem porventura o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do SENHOR?”. Claramente a reposta é NÃO. O Senhor se deleita muito mais em obediência do que em performances de cultos de adoração sem a mesma.]

19 de junho de 2017

Lição 13: Jesus Cristo, o Modelo Supremo de Caráter



LIÇÕES BÍBLICAS CPAD ADULTOS
2º Trimestre de 2017
Título: O Caráter do Cristão — Moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro. Comentarista: Elinaldo Renovato

- Lição 13 -
25 de Junho de 2017

Jesus Cristo, o Modelo Supremo de Caráter

TEXTO ÁUREO

VERDADE PRÁTICA
"[...] E o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz." (Is 9.6)

Como Homem, Jesus encarnou e demonstrou ter um caráter perfeito, suportando as fraquezas humanas, sem dar lugar ao pecado.
.
LEITURA DIÁRIA
Segunda -  Jo 1,2
Jesus, o Verbo de Deus
Terça - Gn 3.15
Jesus, a semente da mulher
Quarta - Jo 1.14
Jesus, o Unigênito do Pai

Quinta - At 10.38
Jesus, ungido por Deus
Sexta - Jo 14.6
Jesus, o caminho, a verdade e a vida
Sábado - Mt 24.30
Jesus voltará "com poder e grande glória"


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Mateus 1.18, 21-23; 3.16,17
18 Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo.
21 E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.
22 Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor, pelo profeta, que diz;
23 Eis que a virgem conceberá, e dará à luz

um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco.
MATEUS 3.16,17:
16 E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.
17 E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.

HINOS SUGERIDOS: 3,41, 412 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL
Mostrar que Jesus encarnou e demonstrou ter um caráter perfeito.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
·         Apresentar Jesus de Nazaré como Filho do Homem;
·         Apontar o ministério e caráter supremo de Jesus;
·         Explicar a respeito da morte, ressurreição e volta de Cristo.


INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Prezado professor, vamos concluir o trimestre estudando a respeito do Homem mais importante de todos os tempos — Jesus. Sua vinda a este mundo se deu de forma sobrenatural e foi tão significativa e marcante que a História foi dividida em duas partes: antes de Cristo e depois. Como Homem, Jesus teve um desenvolvimento e um caráter perfeito que refletia a sua natureza divina. Até os 30 anos, Ele viveu como todo judeu. Foi apresentado no Templo por seus pais, participou das festas judaicas, trabalhou como carpinteiro, pagou impostos e teve uma vida sociável, indo a jantares na casa dos amigos e a festas de casamento. Por isso, Jesus deve ser nosso modelo e referência como Homem e servo. Que possamos seguir sempre os seus passos, glorificando o seu nome.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Nesta lição, refletiremos a respeito de Jesus, o Homem de caráter perfeito. É impossível descrever a grandeza de sua personalidade e do seu caráter com palavras meramente humanas. Sua entrada no seio da raça humana, que se achava em miséria espiritual, não somente significou Deus entre nós, o Emanuel (Mt 1.23), mas o cumprimento da promessa do Criador de redimir o homem no Éden. Ele se humanizou como "a semente da mulher" que haveria de ferir a cabeça do Diabo (Gn 3.15). [Comentário: No antigo Israel havia o costume de associar o nome ao caráter da pessoa. Podemos ver em algumas passagens Deus substituindo nomes de pessoas em razão de uma mudança de caráter: Jacó (usurpador) para Israel (príncipe de Deus); Abrão (pai exaltado) para Abraão (pai de uma multidão), entre outros. No Novo Testamento achamos Jesus aplicando a Simão (aquele que vacila) o nome de Pedro (pequena rocha). Segundo o Dr. Tim Lahaye, em seu livro “Temperamentos Transformados”, Simão era sanguíneo e, como tal, estava pronto para tudo. Por isso sempre vacilava. Você já parou para imaginar como seria o caráter de Jesus? Como seria seu temperamento? Será que nossas ações estão semelhantes às de Jesus? “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (Jo 13.15). A Bíblia afirma que o Senhor Jesus Cristo despiu-se de sua glória e revestiu-se de toda natureza humana (Jo 1.14; Fp 2.5-8; Hb 4.15), mas sem pecado. Como homem, o Mestre foi irrepreensível (Jo 8.46; 18.38; Hb 4.15). Era submisso, manso, humilde, amoroso, entre outras qualidades (Mt 11.29; Jo 15.9; Fp 2.8). O Senhor disse certa vez que todo discípulo perfeito seria como o seu mestre (Lc 6.40 cf. Jo 13.13,14). Uma vez que somos discípulos de Cristo, e Ele, como instrui-nos o apóstolo Paulo, é o “último Adão” (Rm 5.14; 1 Co 15.45), ou seja, é o novo representante da humanidade e, por conseguinte, a nova referência de ser humano a quem, os que nEle creem, devem imitar e procurar parecer (Ef 4.13; 5.1,2), nessa lição vamos estudar um pouco acerca do seu caráter. Seu caráter é o padrão que todos os crentes devem seguir.] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?

PONTO CENTRAL
Como Homem, Jesus demonstrou ter um caráter perfeito.

I - JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM

1. Sua origem humana. Jesus se fez homem a fim de remir o homem perdido, através do mistério da encarnação. Ele, o Verbo Divino se fez carne "e habitou entre nós" (Jo 1.14). Ele nasceu como homem no tempo (gr. Kairós) de Deus. Diz Paulo: "Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos" (Gl 4.4,5). [Comentário: Tão admirável como a Doutrina da Trindade é a Doutrina da Encarnação, ou seja, que Jesus é Deus e Homem ao mesmo tempo, eternamente, numa só Pessoa. Conforme disse o teólogo contemporâneo J. I. Packer: “Temos aqui dois mistérios pelo preço de um - a pluralidade de Pessoas na unidade de Deus e a união de Deus com a humanidade, na Pessoa de Jesus Cristo... Nada na ficção é tão fantástico como o que acontece na verdade da Encarnação.” J.I. Packer, Knowing God (Downers Grove, Illinois: InterVarsity Press, 1993 edition), p. 53. Deveria ser óbvio que Jesus é Deus e que Ele sempre foi Deus. Jamais houve um tempo em que Ele tenha Se tornado Deus, pois Deus é eterno. Mas Jesus nem sempre foi Homem. O fantástico milagre é que este Deus eterno Se tornou Homem, na Encarnação. Isto aconteceu há 2.000 anos. Portanto, a Encarnação é Deus Se tornando Homem. E por causa deste grande evento é que (muitos) celebram o Natal. Mas, o que exatamente queremos dizer quando informamos que Deus o Filho Se tornou Homem? Certamente não queremos dizer que Ele Se transformou num homem, no sentido de ter deixado de ser Deus, para começar a ser homem. Jesus não renunciou à Sua Divindade, quando da Encarnação, conforme foi visto nos versos anteriores. Em vez disso, conforme disse um antigo teólogo, “Permanecendo o que Ele era, Jesus Se tornou no que não era”. Cristo “não era agora Deus, com menos elementos de Sua Divindade, mas Deus, acima de tudo, ao fazer a escolha de assumir Ele mesmo a humanidade” Packer, p. 57. Desse modo, Jesus não renunciou a qualquer dos Seus atributos na Encarnação. Ele continuou possuindo todos eles, pois se precisasse desistir dos Seus atributos divinos, Ele teria deixado de ser Deus. A verdade sobre a humanidade de Jesus é tão importante como a verdade sobre a Sua Divindade. O apóstolo João fala claramente sobre qualquer pessoa que nega que Jesus é Homem, chamando-a anticristo. (1Jo 4.2-3; 2Jo 1.7). A humanidade de Jesus é mostrada no fato de que Ele nasceu como um bebê, de mãe humana (Lc 2.7; Gl 4.4); que Ele se cansava (Jo 4.6); tinha sede (Jo 19.28); teve fome (Mt 4.2) e experimentou todas as emoções humanas, tais como Se maravilhar (Mt 8.10), entristecer-Se e chorar (Jo 11.35). Ele viveu na Terra exatamente como todos nós vivemos. É essencial sabermos que Jesus não teve uma natureza pecaminosa e que Ele jamais cometeu pecado algum, mesmo tendo sido tentado de todas as maneiras (Hb 4.15); Jesus é total e perfeitamente Homem e também passou por todas as experiências humanas. Temos um Salvador que verdadeiramente pode Se identificar conosco, porque Ele é Homem e pode nos ajudar nas tentações, visto como jamais cometeu pecado algum. Esta é uma espantosa verdade que separa o Cristianismo de todas as outras religiões. Leia mais sobre este assunto acessando: http://solascriptura-tt.org/Cristologia/ComoPodeJesusSerHomemEDeus-JPiper.htm]

13 de junho de 2017

Lição 12: José, O Pai Terreno de Jesus – Um Homem de Caráter



LIÇÕES BÍBLICAS CPAD ADULTOS
2º Trimestre de 2017
Título: O Caráter do Cristão — Moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro. Comentarista: Elinaldo Renovato

- Lição 12 -
18 de Junho de 2017

José, O Pai Terreno de Jesus – Um Homem de Caráter

TEXTO ÁUREO

VERDADE PRÁTICA

"E José, despertando do sonho, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher." (Mtl.24)

José, pai de Jesus, nos deixou um exemplo marcante de um caráter
humilde, submisso e amoroso.
.
LEITURA DIÁRIA
Segunda -  Jo 1.1
O Verbo se fez carne
Terça - Lc 2.4
José era da descendência de Davi
Quarta - Mt 2.13,14
José fugiu para o Egito com Maria e Jesus

Quinta - Mt 13.55
Jesus, "o filho do carpinteiro"
Sexta - Mc 6.3
Jesus, "carpinteiro"
Sábado - Mt 1.19
José, um homem justo


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Mateus 1.18-25
18 Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo.
19 Então José, seu marido, como era justo, e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente.
20 E, projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo;
21 E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele

salvará o seu povo dos seus pecados.
22 Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor, pelo profeta, que diz;
23 Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco.
24 E José, despertando do sono, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher;
25 E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus.

HINOS SUGERIDOS: 3, 41, 412 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL
Apresentar José como exemplo de caráter humilde, submisso e amoroso.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
·         I. Mostrar alguns aspectos do perfil de José, pai de Jesus;
·         II. Apontar o caráter exemplar de José;
·         III. Explicar a nobre missão de José..


INTERAGINDO COM O PROFESSOR
José, assim como Maria, teve um papel importante no plano de redenção divina. Na Bíblia não encontramos muitas informações a respeito dele. Acredita-se que quando Jesus foi crucificado e morto, eleja havia falecido. Porém, analisando os textos bíblicos a respeito de José, podemos ver o quanto era obediente, humilde e amoroso. Ao saber da gravidez de Maria, até intentou deixá-la, mas secretamente, para que a jovem não viesse a sofrer. Diferente de Maria que viu e ouviu do anjo Gabriel que seria a mãe do Salvador, José não teve uma revelação direta da parte de Deus. Só quando planejou deixar Maria, o Senhor falou com ele em sonhos e José demonstrou ter fé e comunhão com Deus, pois não teve dificuldades em discernir que não se tratava de um sonho comum, mas era a voz de Deus e a sua revelação divina a respeito daquEle que seria o Salvador.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Nesta lição, estudaremos o que a Bíblia revela sobre a vida de José de Nazaré, esposo de Maria, mãe de Jesus. Homem dotado de um caráter justo, temperante e amoroso. Deus, ao escolher a mulher em cujo ventre Jesus seria concebido, também escolheu aquele que haveria de dar apoio e proteção a ela e a seu filho primogénito. Dessa forma. José passou a ser partícipe do plano salvífico de Deus. [Comentário: “Filho de José” (Jo 1.45 e 6.42) e “filho do carpinteiro” (Mt 13.55) eram as designações para Jesus. Em Marcos 6.33 temos um ‘apelido’ para Jesus: “carpinteiro”, herdado de seu pai, isso, como era comum, por ter aprendido a profissão do pai. Certamente Deus escolheu um homem íntegro para fazer parte da vida de seu Filho. José sabia que Jesus não era seu filho fisicamente, mas o amou como um verdadeiro pai. Características do caráter desse homem sobressaem, não obstante o pouco que há a seu respeito. Temor a Deus (Mt 1.20 e 2.13,19), responsável (Lc 1.27 e 2.4), obediente (Mt 1.18-25), ] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?

PONTO CENTRAL
José, pai adotivo de Jesus, é um exemplo de caráter humilde, submisso e amoroso.

I - JOSÉ, O PAI DE JESUS

1. Quem era José? Pouco se sabe a respeito de sua vida. Assim como a esposa, José era simples, humilde, talvez mais conhecido que ela por causa de sua profissão de carpinteiro. Ele entrou na genealogia de Jesus, contribuindo para o cumprimento das profecias, que indicavam que o Messias viria da descendência de Davi (2 Sm 7.12,16). [Comentário: São bem poucas as informações sobre a vida de José. Sabe-se que ele era um descendente legitimo da casa do rei Davi, conforme registrado na genealogia de Jesus apresentada em Mateus 1. Segundo a tradição cristã, nasceu em Belém da Judéia, no século I a.C., era da tribo de Judá e descendente do rei Davi. Exercia seu ofício de carpinteiro em Nazaré, uma pequena aldeia na região da baixa Galiléia. Ele já aparece no relato bíblico como o noivo de Maria, uma virgem que morava no mesmo vilarejo. Dos quatro Evangelhos, José não é mencionado apenas em Marcos. Ele recebe maior destaque no Evangelho de Mateus, onde está registrado a revelação dada a José, onde um anjo do Senhor lhe falou em sonho (Mt 1:20-25).]

2. Pai adotivo de Jesus. José não era o pai biológico de Jesus, e sim o seu pai adotivo, visto que Jesus foi gerado pela ação do Espírito Santo no ventre de Maria (Lc 1.35). Também é chamado de "pai-guardião" de Jesus. Esse fato é de grande importância, pois ele era "da casa e família de Davi" (Lc 2.4). Perante a Lei, José era pai de Jesus, incluindo-o na sua família, e também na de Maria, conforme o registro de Lucas 3.23-38. Dessa forma, ele garantiu a confirmação de Jesus na descendência real de Davi e da tribo de Judá. Lucas registra a genealogia de Jesus, a partir da descendência de Davi (Lc 1.27). [Comentário: Segundo o que inferimos da leitura dos Evangelhos, Maria ficou grávida num período em que já era noiva de José, mas antes de ter tido qualquer relação com ele. Para aquela cultura o noivado significava um compromisso matrimonial muito mais sério do que a noção que temos sobre um compromisso dessa natureza na atualidade. Tal cerimônia consistia no ato dos noivos jurarem fidelidade mútua na presença de testemunhas, o que implicava, num certo sentido, ser essencialmente o próprio matrimônio. É por isso que já naquele momento Maria era chamada de “esposa de José”, visto que legalmente ambos estavam desposados. A partir daquele momento, restava apenas a festa de núpcias e o “começar a viver juntos”. Conforme a Lei, uma mulher desposada que praticasse infidelidade deveria ser castigada com a morte (Dt 22.23,24). Foi assim que Maria ‘achou-se’ grávida pela ação do Espírito Santo e temos então, agindo como qualquer homem, José intentando deixar Maria pois sabia que este filho não era seu; vemos a dificuldade dele em aceitar Maria. Na verdade José tinha duas opções: iniciar uma demanda judicial contra Maria, ou despedi-la silenciosamente dando-lhe uma carta de divórcio. A primeira opção iria expor Maria diante de toda a sociedade, enquanto a segunda opção lhe preservaria de alguma forma.]