Classe Virtual:

Data/Hora Atualizada

QUER FAZER MISSÕES?

QUER FAZER MISSÕES?
O Templo precisa ser concluído. Entre em contato com o Pastor daquela igreja e saiba como ajudar

3 de abril de 2017

Lição 2: Abel, Exemplo de Caráter que Agrada a Deus



LIÇÕES BÍBLICAS CPAD – ADULTOS - 2º Trimestre de 2017
Título: O Caráter do Cristão — Moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro
Comentarista: Elinaldo Renovato

- Lição 2 -
9 de Abril de 2017

Abel, exemplo de caráter
que agrada a Deus

TEXTO ÁUREO

VERDADE PRÁTICA
“Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e, por ela, depois de morto, ainda fala” (Hb 11.4).

O cristão deve viver de forma que agrade a Deus, ainda que sofra por causa disso.

LEITURA DIÁRIA
Segunda - Gn 4.1,2
Abel, o segundo filho de Adão e Eva
Terça -  Gn 4.2
Abel, o primeiro pastor de ovelhas
Quarta -   Hb 11.4
Abel, um caráter de fé viva

Quinta - Mt 23.35
Abel, um caráter justo e santo
Sexta - Gn 4.4
Abel, um caráter liberal para ofertar
Sábado -  Gn 4.8
Abel, morto por seu próprio irmão


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Gênesis 4.8-16.
8 E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel e o matou.
9 E disse o SENHOR a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão?
10 E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra.
11 E agora maldito és tu desde a terra, que abriu a sua boca para receber da tua mão o sangue do teu irmão.
12 Quando lavrares a terra, não te dará mais a sua força; fugitivo e errante serás na terra.
13 Então, disse Caim ao SENHOR: É maior a minha maldade que a que possa ser perdoada.
14 Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e errante na terra, e será que todo aquele que me achar me matará.
15 O SENHOR, porém, disse-lhe: Portanto, qualquer que matar a Caim sete vezes será castigado. E pôs o SENHOR um sinal em Caim, para que não o ferisse qualquer que o achasse.
16 E saiu Caim de diante da face do SENHOR e habitou na terra de Node, da banda do oriente do Éden.

HINOS SUGERIDOS: 75, 400 e 440 da Harpa Cristã.

OBJETIVO GERAL

Apresentar Abel como exemplo de caráter que agrade a Deus.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
-

    I. Reconhecer o valor da oferta de Abel;
    II. Mostrar a injustiça de Caim contra Abel;
    III. Explicar porque Abel foi um homem que agradou a Deus.
.


INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Abel tinha um caráter justo, oposto ao do seu irmão Caim. Adão e Eva devem ter dado a mesma educação aos dois filhos, todavia o ensino dos pais não foi e não é suficiente para moldar o caráter dos filhos. O ensino e o exemplo dos pais são importantes para a formação de um caráter saudável, mas somente Jesus pode transformar o verdadeiro eu, a nossa natureza adâmica. Caim tinha um coração mau, dominado pelo ódio e pela inveja, por isso, teve o seu sacrifício rejeitado. Deus não olhou e não olha para a oferta em si, porque o mais importante é o coração, o caráter do ofertante. Por isso, Jesus declarou: “Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem, e apresenta a tua oferta” (Mt 5.23,24). Jamais poderemos comprar a Deus ou impressioná-lo com as nossas ofertas, pois tudo que existe nos céus e na Terra pertence a Ele. O Senhor não deseja apenas a nossa oferta, Ele almeja ser o primeiro em nossos corações. Somente quando Ele tem o primeiro lugar pode-nos transformar e fazer de nós pessoas melhores, cujo caráter revele a sua glória.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Nesta lição, estudaremos o caráter de Abel, o segundo filho de Adão e Eva. Abel nasceu depois da Queda e, com certeza, conhecia a vontade de Deus para a humanidade. Veremos que Abel tinha um caráter espiritual e digno. Conduzia-se de modo correto, demonstrando ter um relacionamento saudável com Deus e um coração bondoso, por isso, sua oferta foi aceita pelo Senhor. [Comentário: No capítulo 3 de Gênesis, o homem estava em perfeita comunhão com Deus, no capítulo 4 a raça humana já não tem comunhão com Deus, antes está completamente morta e tende para o mal. Este capítulo também revela como o pecado se espalhou na primeira família e então na sociedade. Verdadeiramente a depravação bem cedo floresceu e se espalhou. A oferta de Caim foi rejeitada porque ele mesmo não era justo diante de Deus. A Bíblia toda ensina que nada do que nós oferecemos a Deus é aceito se não estivermos corretos diante dEle [Gn 4.5, Hb 11.6; Is 1.10-15]. Caim se achou no direito te tirar a vida do próprio irmão por pura inveja. O pecado do capítulo 3 está tomando uma nova cara. Vemos em Caim inveja, cobiça, ódio, ira… Triste realidade: a violência cresce! Vemos claramente a violência crescendo a cada dia. A crueldade dos homens parece não ter fim. Primeira vítima da violência, Abel (hb Havel; "fôlego", "vapor", "exalação" ou simplesmente "nada". Algo considerado "perecível", um prenúncio de seu destino, morto ainda bem jovem. O escritor de Hebreus o classificou como "justo" (Hb 11.4), enquanto que do réprobo Caim é dito que era um filho “do diabo” (1Jo 3.10), porque “suas obras eram más” (v. 12). Caim era “abominável ao Senhor” (Pv 3.32; 11.20; 16.5), assim como tudo dele: suas “mãos” (6.16-17), seus “lábios mentirosos” (12.22), seus “pensamentos” (15.26), seu “sacrifício” e “caminho” (15.8-9).). Caim e Abel foram pessoas gratas a Deus, isso num tempo em que nenhuma lei prescrevia que devessem algum tipo de oferta, ou seja, ambos deram voluntariamente. Cada um deles ofertou conforme o fruto do seu trabalho. Contudo, Deus atenta somente para Abel, não pela qualidade de sua oferta, mas pela disposição do coração. Deus primeiro se agradou da pessoa de Abel, e então de sua oferta; o que mostra que ele não foi aceito por causa de sua oferta, mas por causa de seu caráter espiritual e digno. Aprendemos que as melhores obras dos crentes são imperfeitas e estão manchadas pelo pecado, e somente são aceitáveis a Deus através de Jesus Cristo, em quem, e em quem unicamente, que é o amado, suas pessoas são aceitas e agradáveis a Deus. Notemos que o autor da Epístola aos Hebreus observa, que pela fé, Abel ofereceu mais excelente sacrifício que Caim (Hb 11.4).] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?



PONTO CENTRAL
Abel é um exemplo de caráter justo que agrade a Deus.


I. A OFERTA DE ABEL

1. Uma oferta agradável a Deus. Deus não atenta para o valor da oferta, mas para o coração do ofertante, sua real intenção. A oferta de Abel foi aceita pelo Senhor porque seu coração era sincero e cheio de amor. Suas obras eram justas (Hb 11.4). Ele era um homem íntegro e fiel. Deus dá muito valor à integridade do coração, por isso, Ele elogiou Jó perante Satanás, dizendo: “[...] Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem sincero, e reto, e temente a Deus, e desviando-se do mal” (Jó 1.8). A oferta só tem valor quando expressa o que está no íntimo de quem a oferece. A oferta de Abel foi agradável porque ele adorava a Deus “em espírito e em verdade” (Jo 4.24). [Comentário: É bom esclarecer o seguinte: note o seguinte texto:“e a Sete também nasceu um filho; e chamou o seu nome Enos; então se começou a invocar o nome do SENHOR.” (Gn 4.26); aparentemente, há uma contradição, não é? Como se explica isso? “E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao SENHOR. E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta.” (Gn 4.3,4); a resposta é simples, de fato, sempre houveram verdadeiros adoradores a Deus, começando pelos nossos pais, Adão e Eva, passando por outros tantos, ocorre que o que houve de especial em Gn 4.26 é que agora a população já estava maior, se fala em adoração pública, distinta das realizadas anteriormente, quando era restrita ao seio do lar, esta é a diferença, uma é reservada, a outra é pública. Nenhum homem pode ser justificado ou salvo por suas obras, e portanto nenhum homem pode ser aceito por Deus por esta causa; Como já dito na introdução, foi o caráter espiritual e digno de Abel que o tornou apto a ofertar. Não há a idéia de barganha com o que é a obrigação do crente, contrariamente ao que é ensinado em alguns púlpitos, Deus não negocia bençãos. Deus não nos deve nada, se Ele nos dá algo é por sua maravilhosa graça, não pelo nosso merecimento. E a primeira primícia que Ele quer é a nossa vida. Não há oferta ou trabalho que esconda uma vida de pecados ou dedicadas a outras atividades. Da mesma forma que não existe dedicação à Igreja que substitua a permanente entrega das nossas vidas a Deus. O adorador e sua oferta são inseparáveis, pela fé, Abel obteve testemunho de ser justo, pois Deus aprovou suas ofertas; sem fé, nem Caim, nem suas ofertas eram agradáveis a Deus (Hb 11.4,6). A exemplo de Jó, Deus tem prazer em destacar as virtudes, as motivações corretas do coração, as ações que glorificam Seu Nome e refletem Seu caráter. O importante na adoração é a atitude de coração e mente. A verdadeira adoração não é apenas forma e cerimônia, mas realidade espiritual que está em harmonia com a natureza de Deus, em verdade, transparente, sincera e de acordo com os mandamentos bíblicos.]

2. Uma oferta profética. Talvez a oferta de Abel tenha sido o primeiro sacrifício de animal a ser oferecido a Deus em forma de gratidão ao Senhor. Abel sentiu o desejo de oferecer o que tinha de melhor de seu trabalho em gratidão a Deus. A morte do cordeiro ou de uma ovelha, dos primogênitos do rebanho de Abel, sem dúvida prefigurava o sacrifício de Cristo, que se ofereceu a si mesmo imaculado em nosso lugar (Hb 9.14), como o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). [Comentário: Cada um dos irmãos trouxe uma oferta voluntária apropria da a sua vocação (Gn 32.13-21); Abel trouxe das primícias (Dt 26.1-11) e do melhor que o adorador tinha a oferecer: o primeiro e o melhor, pelo que, Caim deixou de trazer os dois. Alguns estudiosos apontam para o fato de que Abel trouxe um sacrifício de sangue, enquanto Caim não o fez.]

3. Uma oferta valiosa. Abel adorou a Deus oferecendo o melhor de seu rebanho. Ele não ofereceu um sacrifício qualquer, mas dentre os primogênitos do seu rebanho: “E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas e da sua gordura; e atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta” (Gn 4.4). Notemos que Deus atentou primeiro “para Abel” e, depois, “para a sua oferta”. “Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e, por ela, depois de morto, ainda fala” (Hb 11.4). Foi tão grande o valor da oferta de Abel que “por ela, depois de morto, ainda fala”! Jesus deu testemunho de Abel, considerando-o “o justo” (Mt 23.35). Tal declaração, feita por Jesus, demonstra quão elevado era o caráter santo de Abel. Somente o sangue de Cristo foi considerado o que “fala melhor que o de Abel” (Hb 12.24). [Comentário: O louvor de Abel ainda ecoa o fato de que um verdadeiro adorador deve vir com fé, apresentando o sacrifício exigido por Deus. Deus deu testemunho da justiça de Abel porque o justo vive da fé, ou seja, de toda palavra que sai da boca de Deus. A justificação de Deus é de vida, pois Ele cria o justo, e o declara justo “Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida” (Rm 5.18). O problema da rejeição de Caim não estava na voluntariedade e nem na sua oferta. O problema estava em Caim, pois primeiro ele foi rejeitado, para depois a oferta ser rejeitada (Gn 4.5). Ao oferecer voluntariamente seu sacrifício, Abel foi justificado por Deus, foi aceito por Deus, e conseqüentemente também a sua oferta (Hb 11.4). Abel sabia da existência de Deus por intermédio de seus pais, e ao aproximar-se para ofertar, tinha plena certeza que Deus recompensa aqueles que O buscam. O mesmo fato pode ser observado com Abraão: “Creu Abrão no Senhor, e isso lhe foi imputado para justiça” (Gn 15.6), e Paulo atesta “Não obstante, aquele que não trabalha, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé e imputada como justiça” (Rm 4.5). Finalizando o tópico, da própria terra, o sangue de Abel clamou por vingança (Gn 4.10), mas o sangue de Jesus, usando a mesma figura, ‘fala coisas superiores’, clama pelo perdão dos filhos de Deus! (Hb 9.12-15;10.19-22). Note que é neste sentido que o texto de Hb 12.24 diz que o sangue de Cristo “fala melhor que o de Abel” – o de Abel clama por vingança, o de Cristo por perdão!]


SÍNTESE DO TÓPICO I

Deus se agradou da oferta de Abel.


SUBSÍDIO TEOLÓGICO
“A história dos primeiros dois rapazes nascidos a Adão e Eva realça as repercussões do pecado dentro da unidade familiar. Caim e Abel tinham temperamentos notavelmente opostos. Caim gostava de trabalhar com plantas. Abel gostava de estar com animais. Ambos tinham uma disposição de espírito religioso.
Os filhos de Adão levaram sacrifícios ao Senhor, o primeiro incidente sacrificial registrado na Bíblia. Que Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas e da gordura não quer dizer necessariamente que animais são superiores a plantas para propósitos sacrificiais. Por que atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta fica evidente à medida que a história se desenrola. A primeira pista aparece quase imediatamente. Caim não suportava que algum outro ficasse em primeiro lugar. A preferência do Senhor por Abel encheu Caim de raiva. Só Caim podia ser o ‘número um’.
O Senhor não estava ausente na hora da adoração. Ele abordou Caim e lhe deu um aviso. Deus não o condenou diretamente, mas por meio de um jogo de palavras informou Caim que ele estava em real perigo. Em hebraico, a palavra aceitação é, literalmente, levantamento, e está em contraste com descaiu. Um olhar abatido não é companhia adequada de uma consciência pura ou de uma ação correta. O ímpeto das perguntas de Deus era levar Caim à introspecção e ao arrependimento” (Comentário Bíblico Beacon. 1ª Edição. Volume I. RJ: CPAD, 2005, p.43).

II. A INJUSTIÇA CONTRA ABEL

1. Abel era um homem justo. “Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo” (Hb 11.4; Mt 23.35). Em toda a sua vida, demonstrou ser homem de bem, que andava em retidão, de caráter ilibado e reconhecido por Deus. Abel representa a parte da humanidade que se volta para Deus, e é formada de homens justos. Caim representa a parte má da humanidade, que dá as costas para Deus e busca os seus próprios interesses. Abel era justo, e morreu injustamente por permissão de Deus. [Comentário: Abel recebeu pouca revelação, mas creu. E Deus o purificou graciosamente por meio da fé e da obediência. E se a Escritura dá o testemunho de uma fé salvadora como essa, qualquer outra fé que não essa, é enganosa, falsa, controversa, manipuladora, escravizante. Pois há um só meio de salvação, como diz Paulo e apenas um Mediador entre Deus e os homens, e o próprio Jesus afirmou ser ele o Caminho, não “um” caminho. Se você tem qualquer outra fé que não essa testemunhada na Escritura, livre-se dela, ou ela se livrará de você. https://exortaivos.wordpress.com/2016/03/23/abel-a-fe-que-ainda-fala/. Segundo o relato de Hebreus 11.4, Abel ofereceu ao Senhor um melhor sacrifício do que o de Caim. Como já vimos anteriormente, Deus avalia a qualidade do culto que prestamos; a oferta de Abel foi melhor do que a de seu irmão porque Deus viu o interior (Gn 4.7). Não podemos desassociar nossa vida cotidiana de nosso culto ao Senhor. De nada adianta nossas mãos erguidas na adoração se durante a semana nossa vida está associada com o pecado.]

2. Abel, o primeiro mártir. Abel foi o primeiro pastor de ovelhas; o primeiro a oferecer sacrifício de animais no culto a Deus; foi o primeiro homem justo e também o primeiro mártir. Sua morte foi a primeira em consequência do pecado dos seus pais. O primeiro homem a ser morto por seu próprio irmão. Ele foi o primeiro a entrar para a galeria dos mártires por causa de sua fé e também o primeiro a ter seu nome registrado na galeria dos heróis da fé (Hb 11.4). Jesus foi morto por inveja: “Porque ele bem sabia que, por inveja, os principais dos sacerdotes o tinham entregado” (Mc 15.10). Da mesma forma que Jesus, Abel foi morto por inveja. Seu irmão ficou irado pelo fato de Deus ter aceitado a oferta de Abel. Tomado de ódio, assassinou friamente o seu irmão, sem lhe dar chance de defesa. Hoje, seu crime seria considerado homicídio qualificado, com dolo, por motivo torpe. [Comentário: Seu nome significa sopro, vaidade, vapor. E tão rapidamente Abel subiu da terra, foi morto, desapareceu de entre os viventes. Mas o seu testemunho de fé falou a todos os homens que viriam depois dele. Falou que as promessas de Deus reservam coisas excelentes a se esperar e que se tornariam fatos, embora naquele momento ainda não fossem visíveis ao olho. É exatamente isso o que a fé de Abel fala. Ela fala de coisas superiores aos infortúnios desta vida. Mesmo depois de morto sua fé fala coisas superiores à própria morte. Pois a Palavra da fé diz: Se vivemos, para o Senhor vivemos; e se morremos, para o Senhor morremos; assim, quer vivamos, quer morramos, somos do Senhor (Rm. 14:8). Jesus Cristo, o Justo também foi morto por ter obedecido ao Pai. O sangue de Abel clama por vingança e maldição (Gn. 4:10,11). Porém o sangue de Jesus fala coisas superiores ao de Abel (Hb. 12:24), por que não clama por vingança e maldição, mas por reconciliação, paz, bênção, justificação, liberdade. Era isso que a fé de Abel e sua oferta gritavam quanto aquilo que ele esperava, embora não visse. Outro seria morto em seu lugar – era essa sua convicção, e isso foi imputado a ele como justiça por Deus. Sua fé, afinal, falava da graça prometida https://exortaivos.wordpress.com/2016/03/23/abel-a-fe-que-ainda-fala/.]

3. O sangue de Abel. Quando Caim matou Abel, o enterrou para não ter seu crime descoberto. Mas, para Deus que tudo vê (Gn 16.13), nada pode ficar em oculto. Jesus disse: “Porque nada há encoberto que não haja de ser manifesto; e nada se faz para ficar oculto, mas para ser descoberto” (Mc 4.22). Ao longo da história crimes foram cometidos em oculto. Mas, no Juízo Final, os “Cains” de todos os tempos serão confrontados pelo Supremo Juiz do Universo. “E disse o Senhor a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão?” (Gn 4.9). Caim teve a audácia de mentir diante de Deus e ainda de o afrontar sobre a guarda do irmão. Mas o Criador o inquiriu gravemente e declarou a sentença de juízo e maldição contra o criminoso: “E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra” (Gn 4.10). Onde houve um crime de morte, um assassinato, o sangue clama. Clama por justiça. O sangue de Abel clamava por justiça e por vingança, diferente do sangue de Cristo, que clamava por perdão. [Comentário: O tema do amor fraterno ocorre muito cedo na Escritura; desde o início, fica claro que Deus coloca uma alta prioridade na maneira como irmãos se relacionam. Nest5a passagem, a questão da responsabilidade de um pelo outro surge pela primeira vez. Caim pergunta: “Sou eu guardador do meu irmão?” O termo usado para guardador (Hb shamar) significa “guardar, proteger, prestar atenção, ou considerar.” Somos nós responsáveis pelos outros? “Sem sombra de dúvida” é a resposta de Deus. Nós não somente somos guardadores do nosso irmão, como também somos responsáveis pelo nosso tratamento e pela nossa maneira de relacionar-se com os nossos irmãos (de sangue e espirituais). Em virtude do pecado de Caim contra o seu irmão, Deus o amaldiçoa em toda a terra, retira a sua habilidade para o cultivo da terra e o sentencia a uma vida como fugitivo e errante. Isto indica claramente que a falta de amor fraterno destina a pessoa à esterilidade e ausência de propósito na vida. Extraído de DINÂMICA DO REINO-Bíblia de Estudo Plenitude, SBB, pág 1. Ao longo da Bíblia, o Senhor podia ter perguntado a muita gente pelos seus irmãos. O Senhor, hoje, ainda continua a fazer essa pergunta a cada um de nós: “Onde está o teu irmão?” Só que nós também respondemos: “Não sei. Será que eu sou o guarda do meu irmão? Gn 4.9 retrata um encontro de Caim com Deus, logo após o assassinato de Abel. Ao ler esse texto, destaca-se a expressão “meu irmão”. É como uma cobrança de algo que parece não fazermos mais: Será que temos falhado com algum irmão? Será temos nos preocupado ou até mesmo nos esquecido de alguns deles? Com alguns somos mais chegados e nos importamos mais, já outros nos parecem ser indiferentes http://www.boasnovas.org.br/boas-novas/pastoral/715-onde-esta-teu-irmao. “Portanto, recebei-vos uns aos outros, como também Cristo nos recebeu, para glória de Deus” (Rm 15.7); “Pai... quando eu estava com eles, GUARDAVA-OS no teu nome que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu” (Jo 17.12) - Que diferença! Jesus não só os guardou, mas selou seu compromisso com seus irmãos entregando sua própria vida. Ao passo que o sangue de Abel clama por vingança (Is 26.21; Mt 23.35; Ap 6.10) o de Cristo clama por perdão (Hb 12.24).]


SÍNTESE DO TÓPICO II

É através de suas ações que o cristão evidencia o caráter de Cristo em sua vida.


SUBSÍDIO DIDÁTICO
Professor, reproduza o quadro abaixo. Utilize-o para ressaltar as características de Abel e as lições que podemos extrair de sua vida e conduta. Mostre que embora os dois irmãos tenham tido a mesma criação, o coração de Caim era mau. A educação dos pais é importante para a formação do caráter cristão, mas não é fator determinante, pois temos livre-arbítrio para fazermos escolhas, ainda que erradas, como fez Caim.

III. UM HOMEM QUE AGRADOU A DEUS

1. Abel soube agradar a Deus. Certamente, Adão e Eva criaram seus filhos, na perspectiva de serem servos de Deus. Eles tiveram não só Caim e Abel, mas muitos filhos e filhas (Gn 5.1-5). O episódio envolvendo Caim e Abel é o mais destacado, na história de Adão depois da Queda. [Comentário: Na tentativa de agradar a Deus o homem se lança em jejuns, orações, penitências, abstinências, meditação, caridade, confissões, esmolas, etc., mas somente pela fé, a que uma vez foi dada aos santos, é possível tornar-se agradável a Deus (Jd 1.3). O que podemos oferecer a Deus que seja tão precioso a ponto de ser agradável a Ele? A única coisa que realmente nos pertence nesta vida: nosso coração. Não há nada mais precioso do que o nosso coração, a sede de todos os pensamentos e sentimentos – que controla nossa ser. Através da Bíblia, a única abordagem que agrada a Deus é lhe obedecer no que ele manda. Porém esta questão envolve muito mais do que isso. Deve-se lembrar que ao lidar com a palavra de Deus, estamos lidando com Deus. A coisa que Deus exige é uma reverência para com ele que comove até a obediência, seja esta obediência em relação a uma proibição, ou uma questão de honrar o silêncio de Deus, ou de examinar as Escrituras para ter certeza daquilo que ele quer. Quando Deus repetiu a Isaque as promessas dadas a Abraão, ele disse que cumpriria estas promessas, “Porque Abraão obedeceu à minha palavra e guardou os meus mandados, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis” (Gênesis 26:4-5). Quando Saul falhou em cumprir o que Deus lhe havia dito, Samuel disse a ele: “Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros” (1 Samuel 15:22). O coração de um filho amável procura obedecer ao pai. Se amarmos a Deus, vamos querer fazer a sua vontade, independente de como ele expressá-la. Jesus falou daqueles que estavam dispostos a fazer a vontade do Pai (João 7:17). A prova mais verdadeira da devoção a Deus não é simplesmente fazer a sua vontade, mas fazer a sua vontade porque assim desejamos. http://www.estudosdabiblia.net/d156.htm. Note também que o amor por outros cristãos é tanto uma característica da nova natureza dos crentes quanto da vida justa (Jo 13.35). Aquele que ama de verdade não se deixa dominar nem pela inveja nem pelo ódio.]

2. Abel, buscou a Deus. O relato bíblico nos autoriza dizer que Abel buscou a Deus com mais afinco e amor. E entendeu que seu sacrifício deveria ser do melhor do que possuía. Que Deus nos guarde, e nos dê sabedoria e amor para oferecermos sempre “sacrifício de louvor” (Sl 50.14). Um louvor que custe devoção, sinceridade, santidade, no altar da adoração a Deus. [Comentário: Genival Olegário Maciel da Silva em sua obra ‘O segredo de uma vida renovada’ (CPAD, 1982), escreve: “A base do capítulo 11 de Hebreus é, do princípio ao fim, um exemplo de que os antigos também viveram por fé. “Porque pela fé os antigos obtiveram bom testemunho”. As 20 repetições da expressão “pela fé” no capítulo onze, indicam que a salvação sempre tem sido pela fé. Mesmo Abel, não foi salvo pelo sacrifício que ofereceu a Deus, mas pela sua fé no Senhor. Do mesmo modo Enoque agradou a Deus, e Noé foi herdeiro da justiça (Hb 11.5,7), os quais devemos imitar, como exemplo”. Pág 19. Deus quer ser adorado e louvado em espírito e em verdade. Não é cerimonialismo, tradições ou invenções impostas pelos homens, mas adoração que saia de um coração contrito, quebrantado. O autor aos Hebreus nos pede: "Por meio de Jesus, portanto, ofereçamos continuamente a Deus um sacrifício de louvor, que é fruto de lábios que confessam o seu nome" (Hb 13.15).]

3. Caim agradou ao Diabo. Seu caráter foi deformado porque ele deu lugar ao Diabo. Encheu-se de inveja, quando percebeu que Deus aceitara o sacrifício do irmão e não o seu. A inveja é tão prejudicial que provoca “podridão dos ossos” (Pv 14.30). A ira, por sua vez, é um sentimento carnal que se transforma em ódio, agressão e crime. É um sentimento perigoso e destrutivo: “Porque a ira destrói o louco; e o zelo mata o tolo” (Jó 5.2). Ao invés de buscar a Deus, Caim deu lugar ao maligno. “Não como Caim, que era do maligno e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas” (1Jo 3.12). [Comentário: Já vimos que o ponto central da questão da rejeição de Caim foi o seu coração mau, por isso, Deus rejeitou a sua oferta. Enquanto Abel não se valia do sacrifício para buscar o favor de Deus, mas sim da fé, Caim, esperava algum mérito pela oferta, pois não dedicava o seu coração a Deus. (Hb 11.4). No texto de Gênesis o único indício que temos sobre o motivo de Deus não aceitar a oferta de Caim está no versículo 7: “Se você fizer o bem, não será aceito? Mas se não o fizer, saiba que o pecado o ameaça à porta; ele deseja conquistá-lo, mas você deve dominá-lo”. O problema de Caim era “não fazer o bem”. Muitos interpretes tentam explicar essa recusa e três possibilidades são as mais sugeridas:
a. A primeira sugestão é que Abel ofereceu o melhor que possuía, ao contrário de Caim. Curiosamente essa é a sugestão mais conhecida, porém não existem indicações bíblicas que defendam essa hipótese no texto.
b. A segunda é que Caim trouxe uma oferta onde não houve um “derramamento de sangue”, e, desta forma, se passou por um homem justo e sem necessidade de qualquer sacrifício pelos pecados. Essa hipótese assume que Deus previamente havia instruído sobre o tipo de oferta que deveria ser apresentada para fazer a expiação pelos pecados, logo, Caim desobedeceu a essa instrução. O versículo 3 do mesmo capítulo é utilizado para defender essa interpretação, afirmando que o sacrifício já era habitual para eles.
c. A terceira possibilidade defende que a atitude de Caim estava errada, em seu interior em relação a sua comunhão com Deus. Em Hebreus 11.4 é relatado que “foi pela fé” que Abel ofereceu um sacrifício maior que o de Caim, e, por sua ira invejosa, Deus censurou Caim.
Lawrence Richards escreve em ‘Guia do Leitor da Bíblia’ (CPAD, 2012): “A ira de Caim mostra quão decidido ele estava em agir por conta própria, sem se submeter a Deus. A ira é uma emoção destruidora. Nunca poderemos nos desculpar por ter ofendido alguém dizendo: 'Tenho um temperamento agressivo'. Precisamos considerar a ira como pecado e conscientemente nos submeter à vontade de Deus" (RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. 10. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p 28). O poder do pecado dominou o coração de Caim, que se tornou maligno.Sob o doinínio de um profundo ódio contra o seu irmão Abel, sem que o mesmo tivesse feito qualquer coisa que justificasse sua raiva, ele usou de engodo, ao convidá­lo a ir ao campo, para depois atacá­lo e matá-lo ((Gn 4.8). O fato de tê-lo levado, indica que o crime fora premeditado, para escapar dos olhos de seus país e, deste modo, evitar testemunhas contra o seu pecado. Caim procurou fugir da responsabilidade de seu crime, como muita gente faz boje, por não querer as­sumir seus próprios pecados. No texto de Genesis 4. 11 e 12 Deus expressa a sua rejeição e a inevitável maldição, ao dizer-lhe: "E agora maldito és desde a terra, que abriu a sua boca para receber das tuas mãos o sangue de teu irmão". Caim ficou no estado em que estão muitos, hoje. Não tinha coragem nem sentia ânimo para clamar por perdão, mas num espírito pessimista e com os olhos fechados para a misericórdia de Deus só exclamou: "Maior é a minha pena do que eu possa suportar." (v. 13) Revista CPAD - Lições Bíblicas - 1995 - 4º Trimestre - Gênesis, O Princípio de Todas as Coisas - Comentarista pastor Elienai Cabral LIÇÃO 5 - DUAS LINHAGENS.HISTÓRICAS DE ADÃO.]


SÍNTESE DO TÓPICO III

Abel foi um homem que agradou a Deus.



SUBSÍDIO TEOLÓGICO
Abel

Toda criança que conhece a Bíblia e todo adulto que já entrou pelas portas de uma igreja sabe o nome desse segundo filho. Ele é o primeiro inocente a sofrer, um jovem cuja vida foi extinta pela explosão de ciúmes de seu próprio irmão. Exatamente porque Deus preferiu a oferta de Abel é um mistério para nós, mas não para eles. Eles sabiam. O mundo primitivo não era entremeado de barulho e distração; a vontade de Deus devia ser clara como cristal. A vontade de Deus para nós hoje é clara o suficiente também. Nós sabemos que o serviço amoroso é a peça central, que ambição e orgulho são corruptores. Sabemos que ‘do nosso jeito ou de nenhum outro’ ofende a Deus. Sabemos que Deus requer nossa devoção, não importa o custo” (365 Mensagens inspiradas em personagens da Bíblia. 12ª Edição. RJ: CPAD, 2012, p.5.


CONHEÇA MAIS

Abel

“Ele tornou-se o modelo de um mártir que sofre por sua fé (Mt 23.35). Foi honrado por Jesus e aparece na galeria dos heróis da fé (Hb 11.4). Embora sua oferenda fosse superior à de Caim, era inferior à de Jesus Cristo (Hb 12.24). Pode ser dito a respeito dele que foi o primeiro pastor, o primeiro homem justo. Ele foi vítima da mesma espécie de ciúme insano que tirou a vida de Jesus.
Abel, ‘pardo’ é um termo que compõe vários outros nomes de lugares, como, por exemplo, Abel-maim”. Para conhecer mais leia, Dicionário Bíblico Wycliffe, CPAD, p.3.


CONCLUSÃO
A humanidade começou mal, com a desobediência dos primeiros habitantes da Terra. Adão pecou, pois desobedeceu a Deus dando ouvidos ao Diabo. Toda a tragédia humana decorre daquele gesto de desobediência. Caim, o primogênito, preferiu desobedecer ao Criador. Seu irmão, Abel, pelo contrário, optou dedicar-se a adorar a Deus, oferecendo o melhor do seu trabalho. [Comentário: O sacrifício deve ser oferecido com fé, pois, sem fé é impossível agradar a Deus, indiferente do sacrifício. Os dois filhos de Adão trouxeram sacrifício ao Senhor. O Senhor se agradou de um e desagradou-se do outro. E o que levou o Senhor agradar-se de um e do outro não agradar-se está diretamente ligado ao procedimento de fé de cada um dos irmãos. Havia no sacrifício de Abel um ingrediente muito importante chamado fé, ao passo que, Caim, talvez estivesse apenas cumprindo um ritual religioso. O que separa uma vida religiosa de uma vida de intimidade com Deus é o ingrediente “fé” no que fazemos diante de Deus e para Deus. Note que a razão do sacrifício é evidenciar a fé do ofertante: Hebreus 11.4 assevera: “Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e por ela, depois de morto, ainda fala.” A diferença entre Caim e Abel pode ser vista em todas as épocas. Os Publicanos e Fariseus nos dão um retrato disto no Novo Testamento [Lc 18.9-14]. O "caminho de Caim" [Judas 11] é o caminho da salvação através das obras e da religião. Deus alertou a Caim, porém, ele não deu ouvidos. Eva foi induzida a pecar e agora Caim não podia o resistir.] “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória. Ao único Deus sábio, Salvador nosso, seja glória e majestade, domínio e poder, agora, e para todo o sempre. Amém”. (Jd.24-25),
Francisco Barbosa
Campina Grande-PB
Abril de 2017

PARA REFLETIR

A respeito de Abel, exemplo de caráter que agrada a Deus, responda:
Por que Caim matou Abel?
“Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas”.
Deus se importa com o valor da oferta?
Não. Ele olha para o coração do ofertante.
Quando a oferta tem valor diante de Deus?
Quando expressa o que está no íntimo de quem a oferece.
Que parte da humanidade Abel representa?
A parte da humanidade que se volta para Deus.
Que parte da humanidade Caim representa?
A parte má da humanidade que dá as costas para Deus.


Fonte: O TEXTO DA LIÇÃO FOI COPIADO DE:

Nenhum comentário:

Postar um comentário