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26 de junho de 2017

Lição 1: Inspiração divina e autoridade da Bíblia



LIÇÕES BÍBLICAS CPAD ADULTOS
3º Trimestre de 2017
Título: A razão da nossa fé — Assim cremos, assim vivemos  -  Comentarista: Esequias Soares

- Lição 1 -
2 de Julho de 2017

Inspiração divina e autoridade da Bíblia

TEXTO ÁUREO

VERDADE PRÁTICA
“Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2Pe 1.21).

Cremos na inspiração divina, verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática para a vida e o caráter cristão.
.
LEITURA DIÁRIA
Segunda -  Jr 36.1,2
Deus mandou que suas palavras fossem escritas em um rolo
Terça - 2Pe 3.2
As Escrituras inspiradas por Deus dizem respeito ao Antigo e ao Novo Testamento
Quarta -  Mc 7.13
O Senhor Jesus disse que a Bíblia é a Palavra de Deus

Quinta -  Jo 10.35
As Escrituras Sagradas jamais falharão
Sexta - Hb 4.12
A Palavra de Deus é viva, poderosa e capaz de transformar vidas
Sábado -  Js 1.8
A Bíblia é o manual de Deus para o nosso bem


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
2 Timóteo 3.14-17.
14 Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido.
15 E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.

16 Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça,
17 para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.

HINOS SUGERIDOS: 306, 322 e 499 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL
Conscientizar a respeito da inspiração divina, verbal e plenária da Bíblia Sagrada.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
  • I. Reconhecer a revelação e inspiração da Bíblia Sagrada;
  • II. Mostrar a inspiração divina na Bíblia Sagrada;
  • III. Explicar a inspiração plena e verbal da Bíblia Sagrada;
  • IV. Saber que a Bíblia Sagrada é a nossa única regra de fé e prática.


INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Prezado professor, neste terceiro trimestre do ano estudaremos as principais doutrinas da fé cristã. O comentarista do trimestre é o pastor Esequias Soares, autor de diversos livros, graduado em Letras, Mestre em Ciência da Religião, presidente da Comissão de Apologética Cristã da CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil) e líder da Assembleia de Deus em Jundiaí, SP.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
A Bíblia é a revelação de Deus escrita para a humanidade. Disso decorre o fato de ela ser nossa exclusiva fonte de autoridade espiritual. Sua inspiração divina e sua soberania como única regra de fé e prática para a nossa vida constituem a doutrina basilar da fé cristã. Essa inspiração é um fato singular que ocorreu na história da redenção humana. O enfoque da presente lição é sobre a importância e o significado dessa inspiração divina. [Comentário: O que significa dizer que a Bíblia é inspirada? Ou Única regra de fé e prática? Quando afimamos que a Bíblia foi inspirada, estamos nos referindo ao fato de que Deus divinamente influenciou os autores humanos das Escrituras de modo tal que aquilo que escreveram foi a própria Palavra de Deus. No contexto das Escrituras, a palavra inspiração simplesmente significa “Divinamente inspirada”. Inspiração comunica a nós o fato da Bíblia verdadeiramente ser a Palavra de Deus, e faz com que a Bíblia seja única dentre todos os outros livros. Deus é seu Autor. Mesmo a Bíblia sendo registrada por homens, falando do pecado do homem, descrevendo a desobediência circunstancial de seus autores secundários, ela é prioritariamente um livro divino. Paulo diz que “toda Escritura e inspirada por Deus” (2Tm 3.16), indicando a sua procedência: toda a Escritura Sagrada é soprada, exalada por Deus. Esta Palavra não foi apenas entregue aos homens, mas, foi preservada por Deus; Deus preservou quanto ao seu registro e quanto à sua conservação. Mesmo havendo diferentes opiniões a respeito de até que ponto a Bíblia é inspirada, não pode haver dúvidas de que a própria Bíblia afirma que cada palavra, em cada parte sua, ela é inspirada por Deus (1Co 2.12-13; 2Tm 3.16-17). B.B. Warfield (1851-1921), comentando o texto de 2Tm 3.16, diz: "Numa palavra, o que se declara nesta passagem fundamental é, simplesmente, que as Escrituras são um produto divino, sem qualquer indicação da maneira como Deus operou para as produzir. Não se poderia escolher nenhuma outra expressão que afirmasse, com maior saliência, a produção divina das Escrituras, como esta o faz. (...) Paulo (...) afirma com toda a energia possível, que as Escrituras são o produto de uma operação especificamente divina" B.B. Warfield, The  Inspiration of  the Bible: In: The Works of Benjamin B. Warfield, Grand Rapids, Michigan: Baker Book House, 1981, Vol. I, p. 79. Não são somente algumas partes da Bíblia que lidam com doutrinas religiosas que são inspiradas, mas cada uma e todas as partes, desde Gênesis até Apocalipse, são a Palavra de Deus. É por essa razão que as Escrituras são a nossa única autoridade no tocante a estabelecer doutrinas, e suficientes para ensinar ao homem (instruir em justiça) como estar em um correto relacionamento com Deus. A Bíblia afirma ser não apenas inspirada por Deus, mas também ter a capacidade de nos transformar e nos fazer “completos”, totalmente equipados para toda boa obra.] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?

PONTO CENTRAL
Cremos na inspiração divina e autoridade da Bíblia Sagrada.

I. REVELAÇÃO E INSPIRAÇÃO

1. Revelação. A palavra “revelação”, apocalipsis, em grego, significa o ato e o efeito de tirar o véu que encobre o desconhecido. Nas Escrituras, essa palavra é usada em relação a Deus, pois é Ele quem revela a si mesmo, a sua vontade e natureza e os demais mistérios. Ele “não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas” (Am 3.7). Deus conhece tudo aquilo que está fora do alcance dos seres humanos. A busca da verdade, sem Deus, é vã e está destinada ao fracasso (1Co 1.21). [Comentário: Sendo as Escrituras o produto de uma operação especificamente divina, nele Deus Se revelou "expirando" os homens que Ele mesmo separou para registrarem esta revelação. Revelação é o que temos na Palavra de Deus. Nas Escrituras Deus revelou tudo o que quis revelar. Se quisermos saber qualquer assunto, ele está revelado para nós na Palavra de Deus. Tudo que Deus tem para o homem e requer do homem, e tudo que o homem precisa saber espiritualmente da parte de Deus quanto à sua redenção, conduta cristã e felicidade eterna, está revelado na Bíblia. Deus não tem outra revelação escrita além da Bíblia. Como escreve o Pr Antonio Gilberto em sua obra A Bíblia através dos Séculos (CPAD): “Deus se tem revelado através dos tempos por meio de suas obras, isto é, da criação (SI 19.1-6; Rm 1.20). Porém, na Palavra de Deus temos uma revelação especial e muito maior. É dupla esta revelação: a) na Bíblia, que é a PALAVRA DE DEUS ESCRITA, e b) em Cristo, que é PALAVRA DE DEUS VIVA (Jo 1.1). Esta dupla revelação é especial, porque tornou-se necessária devido à queda do homem.” A Bíblia através dos séculos : uma introdução / Antônio Gilberto da Silva. Pág 16.]

Lição 1: A Inspiração Divina e a Autoridade da Bíblia (Prof Caramuru)

21 de junho de 2017

JOVENS-Lição 13: A decisão crucial do discípulo: ouvir e praticar



J O V E N S
- Lição 13 -
25 de Junho de 2017

A decisão crucial do discípulo: ouvir e praticar

TEXTO DO DIA

SÍNTESE

“Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito” (Tg 1.25).

A justiça do Reino não é um amontoado de regras que serve para debates, trata-se de posturas e atitudes que precisam ser vivenciadas e praticadas.

LEITURA DIÁRIA
Segunda - Lc 6.47
Vir a Jesus e ouvir suas palavras
Terça - Lc 6.48
A atitude do discípulo consciente
Quarta - Lc 6.49
A falta de lucidez do ouvinte esquecido

Quinta - Tg 1.22
Cumpridores da Palavra e não apenas ouvintes
Sexta - Tg 1.23,24
O perfil do ouvinte não cumpridor da Palavra
Sábado - Tg 1.25
A felicidade do cumpridor da Palavra

OBJETIVOS
           INCENTIVAR a prudência apresentada por Jesus no primeiro exemplo;
           CRITICAR a postura imprudente do segundo exemplo;
           DESAFIAR os educandos a decidir por obedecer aos ensinamentos do Sermão do Monte.

INTERAÇÃO
O momento mais importante de um período de aprendizado é, sem dúvida alguma, quando o educando decide reorientar sua vida de acordo com as informações e os saberes apreendidos. É o que se chama de práxis, ou seja, a prática instruída pela teoria e esta modificada e readequada por aquela. Consiste em agir de forma refletida e refletir de forma ativa. O Senhor Jesus Cristo disse aos seus discípulos que se eles tinham entendido o que Ele ensinara com o ato de lavar os pés de cada um deles, “bem-aventurados” seriam se praticassem (Jo 13.17). Toda instrução que não gera prática precisa se questionar. As pessoas entenderam o que lhes fora transmitido? Se não, o professor deve perguntar a si mesmo acerca de sua didática, de sua maneira de transmitir e lecionar. Vencida essa etapa e tendo certeza de que se fez entender, o educador deve perscrutar a sua própria prática. O quanto acredita, vive e age de acordo com as lições que ensina. É fato que o Evangelho é maior que qualquer pessoa ou instituição, mas a incoerência é um excelente “pedagogo”, posto que “ensina” mais e melhor que qualquer método. Portanto, a legitimidade, não apenas do conteúdo, mas de qualquer mestre, está visceralmente relacionada à forma com que ele pratica e persegue como alvo a mensagem que leciona.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Proponha aos alunos uma reflexão acerca das placas de sinais de trânsito. Apresente, de acordo com as suas condições, algumas placas de trânsito, e reflita com os alunos as implicações de não se observar as principais advertências dos sinais. Quantas pessoas se acidentam, chegando a perder a própria vida, a de sua família e até a de outros, por conta da imprudência no trânsito. Quantas vezes uma negligência, um atalho, ou uma “bandalha”, além de ser contravenção, em termos de tempo quase nada adianta, já não levou pessoas a perder a vida. Obedecer pode não evitar absolutamente uma tragédia, mas certamente minimizará suas possibilidades de acontecer ou mesmo os efeitos de uma, caso venha a ocorrer. Conclua dizendo que, da mesma forma, saber o conteúdo do Sermão do Monte é importante, mas não colocá-lo em prática, como disse o próprio Mestre, é insensatez e imprudência que têm como resultado a destruição.


TEXTO BÍBLICO
Mateus 7.24-29.
24 Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha.
25 E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.
26 E aquele que ouve estas minhas palavras e as não cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa

sobre a areia.
27 E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.
28 E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina,
29 porquanto os ensinava com autoridade e não como os escribas, adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus.



COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
O Mestre finaliza o Sermão do Monte chamando-nos a todos a que tomemos uma decisão séria diante do que ouvimos (Mt 7.24-27). Tal postura se contrasta com a dos mestres religiosos de Israel, posto que eles mesmos não cumpriam as lições transmitidas em seus ensinamentos (Mt 23.1-38). Agindo dessa forma, Jesus evidencia claramente que não tem interesse algum em fundar uma escola de interpretação, tornar-se tema de debate ou mesmo um rabino popular por suas diferentes leituras da Lei. Seu objetivo é fazer com que as pessoas conheçam e vivam a verdade que pode salvá-las em tempos de aflição (Jo 6.60-69; 10.10). Finalmente, os últimos dois versículos do capítulo sete são da pena de Mateus que observa e assinala a reação do povo diante de tudo o que acabara de ouvir (vv.28,29). [Comentário: O texto de Mateus 7.24-29 aparece como a conclusão do sermão do monte. A solidez espiritual do crente é comparada por Jesus àquele que ouve a Palavra de Deus e pratica, é como o homem sábio que edificou a casa (sua vida e suas atividades) sobre a rocha (Cristo), resistindo assim a ação devastadora do tempo e da eternidade, as provações, tentações e o julgamento. Aquele que escuta a Palavra de Jesus e não a pratica é como um insensato que constrói a casa da sua vida sobre os alicerces humanos do dinheiro, da cultura, dos títulos, da fama, da popularidade os quais como a areia não resistem à ação demolidora do juízo final. Mateus escreveu aos judeus que viviam em Israel, daí o relato da forma de construção bate com a maneira de se construir no Israel daquela época. Que tipo de construção é a sua? Que tipo de atitude você tem tido ao construir sua vida?] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?

I. O HOMEM PRUDENTE QUE CONSTRUIU SUA VIDA EM UM TERRENO SEGURO

1. A imprescindibilidade da obediência no Antigo Testamento. Diferente das divindades pagãs das nações ao redor da Terra Prometida, o Deus de Israel nunca exigiu coisa alguma de seu povo que não a obediência (1Sm 15.22). Através de Jeremias, Deus revela que até mesmo os rituais veterotestamentários nunca foram sua preocupação, e sim a obediência (Jr 7.21-26). [Comentário: Obediência é um substantivo que define a ação de quem obedece, de quem é dócil ou submisso. Uma pessoa que segue, cumpre ou cede às vontades ou ordens de alguém. Quando olhamos para o texto de Mateus 7, notamos as palavras de Jesus quando disse que um homem praticava sua palavra (v.24) e outro “não as pratica” (v.26). É perceptível a presença da obediência na vida de um homem e a ausência na vida do outro homem. O aspecto que diferenciava estes dois homens em suas casas era a obediência a Deus. Como nossa casa é conhecida no mundo espiritual? Uma casa onde se fundamenta na obediência ou na desobediência? Porque Deus ama a Glória do Seu próprio nome, Ele também tem prazer naqueles que esperam em Seu amor e naqueles que expressam suas esperanças em oração. Quando você espera em Deus, você o glorifica como a fonte de uma alegria profunda e infinitamente duradoura. Quando o justo ora, ele simplesmente dá expressão à esperança gloriosa de Deus. A obediência a Deus faz Sua esperança gloriosa ser visível e prova que ela é real em nossas vidas. Esta passagem de Jeremias é semelhante à 1ª Samuel 15.22: “Tem porventura o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do SENHOR?”. Claramente a reposta é NÃO. O Senhor se deleita muito mais em obediência do que em performances de cultos de adoração sem a mesma.]

19 de junho de 2017

Lição 13: Jesus Cristo, o Modelo Supremo de Caráter



LIÇÕES BÍBLICAS CPAD ADULTOS
2º Trimestre de 2017
Título: O Caráter do Cristão — Moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro. Comentarista: Elinaldo Renovato

- Lição 13 -
25 de Junho de 2017

Jesus Cristo, o Modelo Supremo de Caráter

TEXTO ÁUREO

VERDADE PRÁTICA
"[...] E o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz." (Is 9.6)

Como Homem, Jesus encarnou e demonstrou ter um caráter perfeito, suportando as fraquezas humanas, sem dar lugar ao pecado.
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LEITURA DIÁRIA
Segunda -  Jo 1,2
Jesus, o Verbo de Deus
Terça - Gn 3.15
Jesus, a semente da mulher
Quarta - Jo 1.14
Jesus, o Unigênito do Pai

Quinta - At 10.38
Jesus, ungido por Deus
Sexta - Jo 14.6
Jesus, o caminho, a verdade e a vida
Sábado - Mt 24.30
Jesus voltará "com poder e grande glória"


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Mateus 1.18, 21-23; 3.16,17
18 Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo.
21 E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.
22 Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor, pelo profeta, que diz;
23 Eis que a virgem conceberá, e dará à luz

um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco.
MATEUS 3.16,17:
16 E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.
17 E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.

HINOS SUGERIDOS: 3,41, 412 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL
Mostrar que Jesus encarnou e demonstrou ter um caráter perfeito.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
·         Apresentar Jesus de Nazaré como Filho do Homem;
·         Apontar o ministério e caráter supremo de Jesus;
·         Explicar a respeito da morte, ressurreição e volta de Cristo.


INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Prezado professor, vamos concluir o trimestre estudando a respeito do Homem mais importante de todos os tempos — Jesus. Sua vinda a este mundo se deu de forma sobrenatural e foi tão significativa e marcante que a História foi dividida em duas partes: antes de Cristo e depois. Como Homem, Jesus teve um desenvolvimento e um caráter perfeito que refletia a sua natureza divina. Até os 30 anos, Ele viveu como todo judeu. Foi apresentado no Templo por seus pais, participou das festas judaicas, trabalhou como carpinteiro, pagou impostos e teve uma vida sociável, indo a jantares na casa dos amigos e a festas de casamento. Por isso, Jesus deve ser nosso modelo e referência como Homem e servo. Que possamos seguir sempre os seus passos, glorificando o seu nome.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Nesta lição, refletiremos a respeito de Jesus, o Homem de caráter perfeito. É impossível descrever a grandeza de sua personalidade e do seu caráter com palavras meramente humanas. Sua entrada no seio da raça humana, que se achava em miséria espiritual, não somente significou Deus entre nós, o Emanuel (Mt 1.23), mas o cumprimento da promessa do Criador de redimir o homem no Éden. Ele se humanizou como "a semente da mulher" que haveria de ferir a cabeça do Diabo (Gn 3.15). [Comentário: No antigo Israel havia o costume de associar o nome ao caráter da pessoa. Podemos ver em algumas passagens Deus substituindo nomes de pessoas em razão de uma mudança de caráter: Jacó (usurpador) para Israel (príncipe de Deus); Abrão (pai exaltado) para Abraão (pai de uma multidão), entre outros. No Novo Testamento achamos Jesus aplicando a Simão (aquele que vacila) o nome de Pedro (pequena rocha). Segundo o Dr. Tim Lahaye, em seu livro “Temperamentos Transformados”, Simão era sanguíneo e, como tal, estava pronto para tudo. Por isso sempre vacilava. Você já parou para imaginar como seria o caráter de Jesus? Como seria seu temperamento? Será que nossas ações estão semelhantes às de Jesus? “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (Jo 13.15). A Bíblia afirma que o Senhor Jesus Cristo despiu-se de sua glória e revestiu-se de toda natureza humana (Jo 1.14; Fp 2.5-8; Hb 4.15), mas sem pecado. Como homem, o Mestre foi irrepreensível (Jo 8.46; 18.38; Hb 4.15). Era submisso, manso, humilde, amoroso, entre outras qualidades (Mt 11.29; Jo 15.9; Fp 2.8). O Senhor disse certa vez que todo discípulo perfeito seria como o seu mestre (Lc 6.40 cf. Jo 13.13,14). Uma vez que somos discípulos de Cristo, e Ele, como instrui-nos o apóstolo Paulo, é o “último Adão” (Rm 5.14; 1 Co 15.45), ou seja, é o novo representante da humanidade e, por conseguinte, a nova referência de ser humano a quem, os que nEle creem, devem imitar e procurar parecer (Ef 4.13; 5.1,2), nessa lição vamos estudar um pouco acerca do seu caráter. Seu caráter é o padrão que todos os crentes devem seguir.] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?

PONTO CENTRAL
Como Homem, Jesus demonstrou ter um caráter perfeito.

I - JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM

1. Sua origem humana. Jesus se fez homem a fim de remir o homem perdido, através do mistério da encarnação. Ele, o Verbo Divino se fez carne "e habitou entre nós" (Jo 1.14). Ele nasceu como homem no tempo (gr. Kairós) de Deus. Diz Paulo: "Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos" (Gl 4.4,5). [Comentário: Tão admirável como a Doutrina da Trindade é a Doutrina da Encarnação, ou seja, que Jesus é Deus e Homem ao mesmo tempo, eternamente, numa só Pessoa. Conforme disse o teólogo contemporâneo J. I. Packer: “Temos aqui dois mistérios pelo preço de um - a pluralidade de Pessoas na unidade de Deus e a união de Deus com a humanidade, na Pessoa de Jesus Cristo... Nada na ficção é tão fantástico como o que acontece na verdade da Encarnação.” J.I. Packer, Knowing God (Downers Grove, Illinois: InterVarsity Press, 1993 edition), p. 53. Deveria ser óbvio que Jesus é Deus e que Ele sempre foi Deus. Jamais houve um tempo em que Ele tenha Se tornado Deus, pois Deus é eterno. Mas Jesus nem sempre foi Homem. O fantástico milagre é que este Deus eterno Se tornou Homem, na Encarnação. Isto aconteceu há 2.000 anos. Portanto, a Encarnação é Deus Se tornando Homem. E por causa deste grande evento é que (muitos) celebram o Natal. Mas, o que exatamente queremos dizer quando informamos que Deus o Filho Se tornou Homem? Certamente não queremos dizer que Ele Se transformou num homem, no sentido de ter deixado de ser Deus, para começar a ser homem. Jesus não renunciou à Sua Divindade, quando da Encarnação, conforme foi visto nos versos anteriores. Em vez disso, conforme disse um antigo teólogo, “Permanecendo o que Ele era, Jesus Se tornou no que não era”. Cristo “não era agora Deus, com menos elementos de Sua Divindade, mas Deus, acima de tudo, ao fazer a escolha de assumir Ele mesmo a humanidade” Packer, p. 57. Desse modo, Jesus não renunciou a qualquer dos Seus atributos na Encarnação. Ele continuou possuindo todos eles, pois se precisasse desistir dos Seus atributos divinos, Ele teria deixado de ser Deus. A verdade sobre a humanidade de Jesus é tão importante como a verdade sobre a Sua Divindade. O apóstolo João fala claramente sobre qualquer pessoa que nega que Jesus é Homem, chamando-a anticristo. (1Jo 4.2-3; 2Jo 1.7). A humanidade de Jesus é mostrada no fato de que Ele nasceu como um bebê, de mãe humana (Lc 2.7; Gl 4.4); que Ele se cansava (Jo 4.6); tinha sede (Jo 19.28); teve fome (Mt 4.2) e experimentou todas as emoções humanas, tais como Se maravilhar (Mt 8.10), entristecer-Se e chorar (Jo 11.35). Ele viveu na Terra exatamente como todos nós vivemos. É essencial sabermos que Jesus não teve uma natureza pecaminosa e que Ele jamais cometeu pecado algum, mesmo tendo sido tentado de todas as maneiras (Hb 4.15); Jesus é total e perfeitamente Homem e também passou por todas as experiências humanas. Temos um Salvador que verdadeiramente pode Se identificar conosco, porque Ele é Homem e pode nos ajudar nas tentações, visto como jamais cometeu pecado algum. Esta é uma espantosa verdade que separa o Cristianismo de todas as outras religiões. Leia mais sobre este assunto acessando: http://solascriptura-tt.org/Cristologia/ComoPodeJesusSerHomemEDeus-JPiper.htm]