Classe Virtual:

Data/Hora Atualizada

29 de junho de 2016

Lição 1: Conhecendo o livro de Isaías



Lição 1: Conhecendo o livro de Isaías
Data: 3 de Julho de 2016

TEXTO DO DIA
Vinde, então, e argui-me, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã(Is 1.18). [Comentário: Isaías declara que Deus está disposto a purificar e perdoar se Judá retornar a Ele e se submeter à Sua orientação. Deus é gracioso e perdoador, porém o povo pecador deve escolher entre a obediência e o juízo.]

SÍNTESE
O povo de Deus havia se desviado da Lei. Então, Deus chamou Isaías para mostrar que seu julgamento estava às portas.

AGENDA DE LEITURA
SEGUNDA — Is 1.11-13- A corrupção do povo
TERÇA — Is 1.14,15 - Deus não aceita o culto, os rituais e as orações feitas pelo povo
QUARTA — Is 1.21,22 - O profeta chama Israel de prostituta
QUINTA — Is 1.23 - Isaías profetiza contra as autoridades
SEXTA — Is 1.18,19 - Isaías convida o povo ao arrependimento
SÁBADO — Is 1.16,17 - Deus convida o povo para um novo caminho

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
  • CONHECER a autoria, o tema, o local e data do livro de Isaías;
  • MOSTRAR os objetivos do livro de Isaías;
  • EXPLICAR o conteúdo do livro de Isaías.

INTERAÇÃO
Prezado professor, neste trimestre estudaremos o livro do profeta Isaías. Esse livro, por seus temas teológicos, é considerado uma peça fundamental da literatura profética. Muitas expressões e palavras utilizadas por Isaías não são encontradas em nenhum outro livro do Antigo Testamento. O livro de Isaías tem muitas promessas de restauração, a respeito da vinda do Messias e da salvação. Essas promessas enchem nossos corações de esperanças e alegria, pois mostram o quanto Deus ama o pecador. As promessas proferidas por Isaías nos possibilitam sonhar com um mundo melhor e mais justo.
O comentarista do trimestre é Claiton Ivan Pommerening — doutor em Teologia, diretor da Faculdade Refidim, membro do RELEP (Rede Latino-Americana de Estudos Pentecostais) e editor da Azusa, revista de estudos pentecostais.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, neste trimestre teremos a oportunidade de estudar o livro do profeta Isaías, uma obra marcada por relevantes temas teológicos. O profeta Isaías nos mostra uma ampla visão do contexto social e espiritual da sua época.
Sugerimos para a primeira aula a elaboração de um quadro com as principais informações necessárias para se compreender o livro de Isaías, como por exemplo, data em que foi escrito, autoria, objetivo e versículo-chave. Esse quadro pode ser confeccionado em uma cartolina e fixado no mural da classe. Ele vai ajudar os alunos a compreenderem melhor o livro de Isaías. O quadro poderá ser utilizado durante todo o trimestre e sempre que desejar fazer uma revisão.

TEXTO BÍBLICO
Isaías 1.1-3,18-20,27-31.
1. Visão de Isaías, filho de Amoz, a qual ele viu a respeito de Judá e Jerusalém, nos dias de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá.
2. Ouvi, ó céus, e presta ouvidos, tu, ó terra, porque fala o Senhor: Criei filhos e exalcei-os, mas eles prevaricaram contra mim.
3. O boi conhece o seu possuidor, e o jumento, a manjedoura do seu dono, mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende.
18. Vinde, então, e argui-me, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.
19. Se quiserdes, e ouvirdes, comereis o bem desta terra.
20. Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada, porque a boca do Senhor o disse.
27. Sião será remida com juízo, e os que voltam para ela, com justiça.
28. Mas os transgressores e os pecadores serão juntamente destruídos; e os que deixarem o Senhor serão consumidos.
29. Porque vos envergonhareis pelos carvalhos que cobiçastes e sereis confundidos pelos jardins que escolhestes.
30. Porque sereis como o carvalho, ao qual caem as folhas, e como a floresta que não tem água.
31. E o forte se tornará em estopa, e a sua obra, em faísca; e ambos arderão juntamente, e não haverá quem os apague.

COMENTÁRIO DA LIÇÃO
INTRODUÇÃO
O profeta Isaías teve muita ousadia em sua atuação pública. Suas profecias eram majestosas e repletas de nobreza e beleza poética. Por isso, é um dos profetas mais lidos do Antigo Testamento e um dos que mais falou a respeito da vinda do Messias. Tal fato revela a importância que deve ser dada ao mesmo. Uma leitura atenta e cuidadosa do seu livro nos leva a perceber as implicações que esse profeta tem para os dias atuais. Assim, a obra desse profeta é considerada uma das mais grandiosas produções teológicas do Antigo Testamento. Sua mensagem é profunda e parte de alguém que conhecia profundamente o ambiente onde estava inserido, de modo que, tomado pela inspiração divina, foi muito claro e assertivo nas suas profecias, especialmente as que predisseram a vinda messiânica de Jesus Cristo. Sua pregação foi marcada por uma paixão sacerdotal, descrevendo Cristo com muita clareza, sendo por isso mesmo chamado de o evangelista do Antigo Testamento. [Comentário: Isaías identificou-se apenas como “Isaías, filho de Amoz” (Is 1.1). Existem outras doze referências como esta, inclusive três no Segundo Livro de Reis e no Segundo Livro de Crônicas. Amoz nunca é identificado, descrito, ou mencionado separadamente dessa afirmação. Embora alguns tenham sugerido que Isaías possa ter sido de linhagem sacerdotal, nada na Bíblia defende esse ponto de vista. “Isaías” significa “a salvação é de YAHWEH”, ou “YAHWEH é salvação”. Seu nome provavelmente é significativo, mas nunca é explicado e não há nenhuma elaboração sobre ele. exerceu o seu ministério no reino de Judá, tendo se casado tendo ele chamado sua esposa de profetisa, fazendo dela uma das únicas quatro mulheres assim positivamente intituladas em todo o Antigo Testamento. Foi mãe de dois filhos: Sear-Jasube e Maer-Salal-Hás-Baz. O profeta Isaías, teria vivido entre 765 a.C. e 681 a.C., durante os reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, sendo contemporâneo à destruição de Samaria pela Assíria e à resistência de Jerusalém ao cerco das tropas de Senaqueribe que sitiou a cidade com um exército de 185 mil assírios em 701 a.C. Isaías foi enviado a uma nação cuja fé havia se tornado empedernida. Na profecia de Isaías podemos encontrar três aspectos principais: Deus e sua obra: Deus e seu Povo, e O Messianismo. A preocupação de Isaías se concentrava nos órfãos e a viúvas, em grande número espalhados pelo território consequência das constantes guerras. Denunciou a política do Rei Acaz e a aliança realizada Sírio-Efraimita, que esqueceu a proteção divina. Combateu na sua pregação a corte palaciana devido às injustiças cometidas contra o povo. Anunciou o “Dia de YAHWEH”, como dia terrível, avassalador, mas reparador levando a um “futuro novo”, numa tentativa de dar crédito a Jerusalém. No anuncio da profecia testemunhou Javé combatendo o culto idolátrico instalado no país, sendo formal e vazio. Isaías foi um profeta diferente, pois chegou ter experiência do poder, devido a isto se distanciou do poder para fazer valer sua profecia.] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?

http://www.auxilioaomestre.com/p/blog-page.html

27 de junho de 2016

Lição 1: O que é Evangelização



Lição 1: O que é evangelização
Data: 3 de Julho de 2016

TEXTO ÁUREO
Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado [...](Mt 28.19,20). [Comentário: Jesus não ordenou apenas evangelizar ou proclamar as Boas-Novas de Salvação. Mas, fazer discípulos. O ensino doutrinário cristão inclui o rito do batismo em águas. Jesus deixou com a Sua Igreja a missão de evangelizar o mundo inteiro, ensinando todas as nações, batizando os que crerem ensinando-os a guardar todas as coisas que Ele mandou.]

VERDADE PRÁTICA
Evangelizar é a missão mais importante e urgente da Igreja de Cristo; não podemos adiá-la nem substituí-la.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Lc 9.2 - Jesus envia-nos a evangelizar
Terça — At 10.42 - Evangelização e testemunho
Quarta — 2Tm 4.2 - Evangelizar em todo tempo
Quinta — 2Co 2.12 - Portas abertas à evangelização
Sexta — 1Co 1.17 - A cruz de Cristo, a força do Evangelho
Sábado — 1Pe 1.12 - A excelência da evangelização

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Marcos 16.9-20.
9. E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios.
10. E, partindo ela, anunciou-o àqueles que tinham estado com ele, os quais estavam tristes e chorando.
11. E, ouvindo eles que Jesus vivia e que tinha sido visto por ela, não o creram.
12. E, depois, manifestou-se em outra forma a dois deles que iam de caminho para o campo.
13. E, indo estes, anunciaram-no aos outros, mas nem ainda estes creram.
14. Finalmente apareceu aos onze, estando eles assentados juntamente, e lançou-lhes em rosto a sua incredulidade e dureza de coração, por não haverem crido nos que o tinham visto já ressuscitado.
15. E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
16. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.
17. E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas;
18. pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão.
19. Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu e assentou-se à direita de Deus.
20. E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém!

HINOS SUGERIDOS
18, 38 e 227 da Harpa Cristã.

OBJETIVO GERAL
Mostrar que a evangelização é a missão suprema da Igreja.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
  • I. Conhecer a diferença entre evangelismo e evangelização;
  • II. Mostrar como devemos evangelizar;
  • III. Explicar o porquê da evangelização.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Prezado professor, neste trimestre teremos a oportunidade ímpar de estudarmos a respeito da missão mais importante da Igreja: a evangelização. Essa missão não é somente da liderança, mas todo crente tem a responsabilidade de anunciar as Boas-Novas.
O comentarista do trimestre é o pastor Claudionor de Andrade — escritor, conferencista, consultor doutrinário e teológico da Casa Publicadora das Assembleias de Deus.
Que possamos anunciar o Evangelho de Jesus Cristo, ajudando as pessoas a trilhar os caminhos do Senhor, pois em breve Jesus virá.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Se não levarmos o Evangelho até aos confins da Terra, jamais seremos reconhecidos como discípulos de Jesus. Desde o início de seu ministério, Ele sempre fez questão de realçar a natureza evangelizadora de sua missão e da tarefa que nos confiou (Mc 16.15; Lc 8.1). Nenhum outro trabalho é tão importante e urgente quanto a evangelização. A Igreja, por ser Igreja, não pode ignorar as exigências da Grande Comissão: evangelizar a todos, em todo tempo e lugar (Mt 24.14). A evangelização compreende, também, o discipulado, o batismo e a integração do novo convertido. Se crermos, de fato, que Cristo morreu e ressuscitou para redimir-nos do inferno, não nos calaremos acerca de tão grande salvação (Hb 2.3). Aproveitemos todas as oportunidades para falar de Cristo, pois grande será a colheita de almas para o Reino de Deus. [Comentário: Eu gostaria de começar citando uma frase do príncipe dos pregadores, C. H. Spurgeon: “Todo cristão ou é um missionário ou é um impostor”. Evangelização é o ato, processo ou efeito de evangelizar, de difundir os ensinamentos do Evangelho. Evangelizar (‘dar a boa notícia’) é a grande tarefa da Igreja; é para isso que ela foi fundada, enviada e sustentada pelo poder do Espírito Santo e embora alguns talvez queiram deixar o evangelismo para os pregadores, os especialistas em apologética, ou talvez simplesmente para os que são extrovertidos, o Novo Testamento declara que todos os cristãos são chamados a evangelizar, como diz C. H. Spurgeon, ‘todo cristão ou é um missionário ou é um impostor! Se nós devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos (Mc 12.31; Tg 2.8), acaso há algum modo mais importante de amar alguém do que compartilhar o evangelho com ele ou ela? É necessário diferenciarmos os termos ‘evangelismo’ e ‘evangelização’; na palavra evangelismo a partícula ‘ismo’ denota sistema. É todo um sistema para a proclamação do evangelho. Existem vários conceitos para evangelismo, porém aqui esta um que é muito coerente: Evangelismo é o sistema baseado em princípios, métodos, estratégias e técnicas tiradas do Novo Testamento, pelos quais se comunica o evangelho de Cristo a todo pecador, sob a liderança e no poder do Espírito Santo, visando persuadi-lo a aceitar a Cristo como seu salvador pessoal, de acordo com o comissionamento de Jesus dado a todos os seus discípulos, levando, ao final, os que crerem, a se integrarem à igreja pelo batismo, preparando-os para a volta de Cristo. Evangelização é a ação de evangelizar. Em resumo, evangelização é a ação de comunicar o evangelho, visando levar os perdidos a Jesus para que sejam por ele salvos.] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?

Lição 1 [JOVENS]: Pr. Agnaldo Betti, AD Campinas-SP)nical EBD

Lição 1: O que é Evangelização (EBP em Foco)

Lição 1: O que é Evangelização (Pr. Agnaldo Betti, AD Campinas-SP)

Lição 1: O que é Evangelização (Prof Caramuru, AD Belemzinho, São Paulo-SP)

20 de junho de 2016

Lição 13: O cultivo das relações interpessoais



Lição 13: O cultivo das relações interpessoais
Data: 26 de Junho de 2016
Relacionamento interpessoal é um conceito do âmbito da sociologia e psicologia que significa uma relação entre duas ou mais pessoas. Este tipo de relacionamento é marcado pelo contexto onde ele está inserido, podendo ser um contexto familiar, escolar, de trabalho ou de comunidade. O relacionamento interpessoal implica uma relação social, ou seja, um conjunto de normas comportamentais que orientam as interações entre membros de uma sociedade. O conceito de relação social, da área da sociologia, foi estudado e desenvolvido por Max Weber. (http://www.significados.com.br/relacionamento-interpessoal/)

TEXTO ÁUREO
Ao único Deus, sábio, seja dada glória por Jesus Cristo para todo o sempre. Amém!(Rm 16.27). [Comentário: sophos: usado a respeito de Deus, como superando todos os demais em sabedoria, sendo infinito em habilidade, discernimento, conhecimento, pureza; doska: dignidade, louvor, honra, adoração. Alguém que nunca enxergará a decadência ou o abandono; alguém que não se pode ver mas opera em todos os lugares; alguém que possui sabedoria acima de qualquer criatura, incluindo o homem; alguém que deve ser respeitado, honrado e glorificado para sempre. Esta é uma alusão ao monoteísmo (Dt 6.4-5). A cristandade tem somente um Deus, como o judaísmo, contudo a plena Divindade de Jesus e a plena pessoalidade do Espírito forçam-nos a uma “triunidade”, que é a Trindade.]

VERDADE PRÁTICA
Deus deseja que os crentes, alcançados pela graça, cultivem relacionamentos saudáveis.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Rm 16.1,2 - Febe, cooperadora do apóstolo Paulo e da obra do Senhor
Terça — Rm 16.3 - Priscila e Áquila cooperadores do apóstolo em Jesus Cristo
Quarta — Rm 16.5 - Paulo sabia cultivar boas relações interpessoais
Quinta — Rm 16.17 - Paulo recomenda evitar os que promovem dissensões
Sexta — Rm 16.21 - Paulo cultiva um bom relacionamento com seus parentes
Sábado — 1Co 3.9 - Sejamos bons cooperadores de Deus para cuidarmos da “lavoura”

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Romanos 16.1-16.
1. Recomendo-vos, pois, Febe, nossa irmã, a qual serve na igreja que está em Cencreia,
2. para que a recebais no Senhor, como convém aos santos, e a ajudeis em qualquer coisa que de vós necessitar; porque tem hospedado a muitos, como também a mim mesmo.
3. Saudai a Priscila e a Áquila, meus cooperadores em Cristo Jesus,
4. os quais pela minha vida expuseram a sua cabeça; o que não só eu lhes agradeço, mas também todas as igrejas dos gentios.
5. Saudai também a igreja que está em sua casa. Saudai a Epêneto, meu amado, que é as primícias da Ásia em Cristo.
6. Saudai a Maria, que trabalhou muito por nós.
7. Saudai a Andrônico e a Júnia, meus parentes e meus companheiros na prisão, os quais se distinguiram entre os apóstolos e que foram antes de mim em Cristo.
8. Saudai a Amplíato, meu amado no Senhor.
9. Saudai a Urbano, nosso cooperador em Cristo, e a Estáquis, meu amado.
10. Saudai a Apeles, aprovado em Cristo. Saudai aos da família de Aristóbulo.
11. Saudai a Herodião, meu parente. Saudai aos da família de Narciso, os que estão no Senhor.
12. Saudai a Trifena e a Trifosa, as quais trabalham no Senhor. Saudai à amada Pérside, a qual muito trabalhou no Senhor.
13. Saudai a Rufo, eleito no Senhor, e a sua mãe e minha.
14. Saudai a Asíncrito, a Flegonte, a Hermas, a Pátrobas, a Hermes, e aos irmãos que estão com eles.
15. Saudai a Filólogo e a Júlia, a Nereu e a sua irmã, e a Olimpas, e a todos os santos que com eles estão.
16. Saudai-vos uns aos outros com santo ósculo. As igrejas de Cristo vos saúdam.

HINOS SUGERIDOS
10, 185 e 454 da Harpa Cristã.

OBJETIVO GERAL
Compreender que os crentes precisam cultivar relacionamentos saudáveis.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
  • I. Compreender a importância das relações interpessoais;
  • II. Apontar as ameaças às relações interpessoais;
  • III. Apontar a fonte das relações interpessoais.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Com graça de Deus, chegamos ao final do estudo da Epístola aos Romanos. Paulo conclui a carta saudando alguns irmãos e irmãs em Cristo. A lista de saudações é bem extensa. Ele cita judeus e gentios, gente simples e autoridades. Isso mostra que o líder precisa da ajuda de cooperadores. Paulo tinha vários cooperadores e não deixou de fazer menção do nome deles. O apóstolo demonstra seu amor por todos os irmãos que cooperavam com a obra de Deus. Na conclusão da Epístola de Romanos, percebemos que o apóstolo Paulo não somente fundou igrejas e pregou o Evangelho de Cristo aos gentios. Ele construiu comunidades de amor, de remidos em Cristo pela graça, que amavam ao Senhor e a sua obra.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Os vinte e sete versículos do capítulo dezesseis da Epístola aos Romanos encerram a monumental obra literária de Paulo. Por toda a obra, o apóstolo discorreu a respeito dos principais temas da fé cristã e deixou-nos princípios fundamentais que são úteis para a construção de relacionamentos interpessoais. De uma maneira informal, mas com o seu estilo literário característico, Paulo traz à lembrança nomes de pessoas que, de uma forma ou de outra, o ajudaram a construir a identidade cristã do primeiro século. Ele não deixou que esses nomes caíssem no esquecimento, e, no final de sua carta envia-lhes saudações, numa demonstração de gratidão a Deus por tudo o que essas significaram para ele. [Comentário: As epístolas de Paulo tipicamente terminam com notícias e saudações pessoais. Este capítulo se destaca pelo grande número de crentes que foram mencionados. Estes versículos nos dão um certo discernimento quanto ao calor das relações pessoais do apóstolo, bem como quanto à comunhão entre os crentes. No versículo 1 “Recomendo-vos”, indica que esta é uma carta de recomendação da diaconisa Febe (nome comum na mitologia grega, significava “brilhante” ou “radiante”). Foi ela quem provavelmente levou a carta de Paulo para Roma. Há diversos outros exemplos dessas cartas de apresentação ou recomendação no Novo Testamento (At 18.27; 1Co 16.3; 2Co 3.1; 8.18-24; Fp 2.19-30). Finalizando a Epístola, Paulo se refere à diversas pessoas, demonstrando que conservava um relacionamento interpessoal. Não era individualista e isto fica evidente pelo fato de fundar comunidades e reunir em torno a si muitos colaboradores, de trabalhar em equipe e de estabelecer relações de amizades, e na realidade todo o capítulo 16 da epístola aos romanos é um testemunho eloqüente da capacidade de Paulo de estabelecer vínculos de amizade. Para Paulo a igreja não é um emaranhado de propósitos e eventos culturais. Igreja é gente e trabalha na dinâmica dos relacionamentos com Deus e com o próximo. A igreja não entendeu o seu conceito: 1Co 12.14-27] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?

lição 13: O cultivo das relações interpessoais (Prof Caramuru, AD Belemzinho, São Paulo-SP)

lição 13: O cultivo das relações interpessoais (EBP em Foco)

lição 13: O cultivo das relações interpessoais (Prof Eliza Nanres, AD Londrina-PR)

13 de junho de 2016

Lição 12: Cosmovisão Missionária



Lição 12: Cosmovisão Missionária
Data: 19 de Junho de 2016

TEXTO ÁUREO
“E desta maneira me esforcei por anunciar o evangelho, não onde Cristo houvera sido nomeado, para não edificar sobre fundamento alheio” (Rm 15.20). [Comentário:Para não edificar sobre fundamento alheio”. Sua norma era, porém, como o declara em 1 Co 3.10: "Lancei o fundamento como prudente construtor; e outro edifica sobre ele”. Os ministros são como empreiteiros de edifícios com permissão restrita para construir somente sobre fundamento prescrito – o Evangelho. Em relação a isso, Paulo entendeu que não deveria edificar sobre o fundamento alheio. Parece que este entendimento de Paulo não faz o menor sentido em nossos dias, quando vemos muitos que teimam em arrebanhar membros de outros ministérios. De acordo com o que Paulo escreve no v. 20, não seria conveniente que ele, Paulo, exercesse seu ministério em Roma; Muitos outros povos ainda careciam de receber o evangelho e Paulo via-se impulsionado por força do ministério recebido de Deus, para trabalhar em regiões ainda não atingidas.]

VERDADE PRÁTICA
Os crentes que foram alcançados pela graça e vivem pela fé, em Jesus Cristo, precisam ter uma visão missionária amorosa e abrangente.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Mt 28.19 - Anunciar o Evangelho é uma ordenança de Jesus Cristo para a Igreja
Terça — Mt 28.20 - A Igreja tem como missão primordial educar e evangelizar
Quarta — At 1.8 - A Igreja deve alcançar os confins da Terra
Quinta — Jo 3.16 - O amor de Deus pela humanidade é incomensurável
Sexta — Rm 10.14 - Como as pessoas ouvirão o Evangelho se não há quem pregue?
Sábado — Rm 10.15 - Como os anunciadores pregarão se não forem enviados?

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Romanos 15.20-29.
20. E desta maneira me esforcei por anunciar o evangelho, não onde Cristo houvera sido nomeado, para não edificar sobre fundamento alheio;
21. antes, como está escrito: Aqueles a quem não foi anunciado o verão, e os que não ouviram o entenderão.
22. Pelo que também muitas vezes tenho sido impedido de ir ter convosco.
23. Mas, agora, que não tenho mais demora nestes sítios, e tendo já há muitos anos grande desejo de ir ter convosco,
24. quando partir para a Espanha, irei ter convosco; pois espero que, de passagem, vos verei e que para lá seja encaminhado por vós, depois de ter gozado um pouco da vossa companhia.
25. Mas, agora, vou a Jerusalém para ministrar aos santos.
26. Porque pareceu bem à Macedônia e à Acaia fazerem uma coleta para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém.
27. Isto lhes pareceu bem, como devedores que são para com eles. Porque, se os gentios foram participantes dos seus bens espirituais, devem também ministrar-lhes os temporais.
28. Assim que, concluído isto, e havendo-lhes consignado este fruto, de lá, passando por vós, irei à Espanha.
29. E bem sei que, indo ter convosco, chegarei com a plenitude da bênção do evangelho de Cristo.

HINOS SUGERIDOS
65, 167 e 395 da Harpa Cristã.

OBJETIVO GERAL
Mostrar que os crentes que foram alcançados pela graça precisam ter visão missionária.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

    I. Compreender a necessidade de termos uma cosmovisão missionária;
    II. Apontar a necessidade do planejamento missionário;
    III. Relacionar as necessidades espirituais da obra missionária.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Estamos quase concluindo o estudo da Epístola aos Romanos. Na lição de hoje estudaremos o penúltimo capítulo como continuação do texto anterior, Paulo prossegue tratando a respeito do amor e do respeito que devemos ter para com todos os irmãos. Assim, como fomos acolhidos pela misericórdia de Jesus Cristo, precisamos acolher o próximo. Acolher não somente aqueles que fazem parte do Corpo de Cristo, mas também os que ainda estão fora e precisam ouvir a mensagem do Evangelho. Paulo dedicou toda a sua vida à pregação do Evangelho. Ele procurou anunciar o nome de Cristo e sua graça aos que ainda não tinham ouvido nada a respeito do Filho de Deus. O apóstolo pede que a igreja em Roma ore por ele e o ajude na obra missionária, pois, sem a ajuda dos irmãos, ele não teria como continuar anunciando a Cristo aos que estavam perdidos.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Paulo já estava chegando ao final da epístola à igreja de Roma. Um dos últimos assuntos tratados por ele havia sido acerca da tolerância que os crentes maduros devem demonstrar para com os imaturos. A solução do problema estava em saber equilibrar a liberdade com o amor cristão. Agora, o apóstolo deseja expor o que estava em seu coração — o desejo de levar o evangelho da graça de Deus a terras ainda não alcançadas. Os crentes de Roma, membros de uma igreja que fez o mundo inteiro ouvir os ecos de sua fé (Rm 1.8), deveriam apoiá-lo nesse empreendimento missionário. Todavia, para que seu intento fosse alcançado, ele sente a necessidade de explicar com maiores detalhes o seu projeto missionário. É o que vamos estudar nesta lição. [Comentário: Inicialmente, esclarece-se que aquilo que cada pessoa é, o que defende, o que vive, é resultado da cosmovisão que permeia sua vida. Em nosso caso específico, vivemos de acordo com a Cosmovisão Cristã. Missões, proveniente do latim (missio) Transmissão consciente e planejada das Boas Novas do evangelho de Cristo além das fronteiras nacionais e culturais. Suzana Wesley mãe do grande pregador e fundador do metodismo John Wesley, disse “se eu tivesse vinte filhos, regozijar-me-ia em consagrar todos eles a obra missionária, ainda que fosse com a certeza de nunca voltar a vê-los”. Vimos na lição anterior que a discussão a respeito da liberdade e da responsabilidade cristã vem do capítulo 14 e vai até o 15.13. Agora, já finalizando a carta, em vários aspectos, o final é similar à sua abertura (1.8-15), contendo elogia a fé deles (1.8); defesa de seu apostolado com o evangelho para os gentios (1.13,14); afirmação do desejo de visitar os crentes em Roma (1.10,13); salienta seu desejo de que eles o ajudem a prosseguir para regiões ainda não evangelizadas (Espanha, em 1.13). Podemos ver ainda, uma pista da tensão entre crentes judeus e crentes gentios na igreja romana, mencionada ou implícita através de toda a carta, mas especialmente nos capítulos 9 a 11 e do 14.1 ao 15.13. Os planos de viagem de Paulo para esse propósito devem levá-lo a passar em Roma (vv.22-33), e o texto áureo nos informa da estratégia missionária consistente de Paulo (1Co 3.10; 2Co 10.15-16). Ele queria alcançar os pagãos que nunca tinham tido a chance de ouvir e receber o evangelho. Normalmente ele escolhia cidades grandes do Império Romano, aquelas estrategicamente localizadas. Uma igreja que fosse estabelecida ali poderia evangelizar e discipular as áreas ao redor. Ele convida assim, os romanos, a investirem na obra missionária.] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?