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15 de maio de 2013

lição 7 – O Divórcio



Lições Bíblicas do 2º Trimestre de 2013 - CPAD - Jovens e Adultos
Título: A Família Cristã no século XXI — Protegendo seu lar dos ataques do inimigo
Comentarista: Elinaldo Renovato de Lima
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Elaboração e pesquisa para a Escola Dominical da Igreja de Cristo no Brasil, Campina Grande-PB;
Postagem no Blog AUXÍLIO AO MESTRE: Francisco A Barbosa.

lição 7 – O Divórcio
19 de maio de 2013

TEXTO ÁUREO
Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério(Mt 19.9).

VERDADE PRÁTICA
O divórcio, embora admissível em caso de infidelidade, sempre traz sérias consequências à família. Por isso Deus o odeia.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Mateus 19.3-12

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
• Dissertar sobre o divórcio no Antigo Testamento;
• Defender como padrão o ensinamento de Jesus sobre o divórcio; e
• Explicar o porquê do ensino de Paulo acerca do divórcio.

PALAVRA-CHAVE
Divórcio: Dissolução do vínculo matrimonial.
COMENTÁRIO

introdução

Prezados leitores, o tema da lição desta semana é laborioso para se desenvolver e exige atenção e cuidado, pois o divórcio se tornou tão comum que até mesmo seja possível que exista alguém nessa situação em sua classe; e não só divorciados, mas também recasados! Temos uma problemática a respeito do divórcio [O divórcio (do latim divortium, derivado de divertĕre, "separar-se") rompimento legal e definitivo do vínculo de casamento] e do segundo casamento, se são ou não permitidos de acordo com a Bíblia (A polêmica a respeito do divórcio e do segundo casamento, se são ou não permitidos de acordo com a Bíblia, gira basicamente em torno das palavras de Jesus em Mateus 5.32 e 19.9). O divórcio é, na ótica bíblica, uma tragédia. Nunca é uma solução alegre e universal. É uma possibilidade restrita permitida com tristeza, como exceção e, por isso, deve-se fazer sempre o máximo de empenho para reconciliar e restaurar famílias. Devemos ensinar mesmo quando houver adultério, que são necessárias paciência e oração pela restauração. O exemplo de Oséias do Antigo Testamento, que amou sua esposa adúltera, é paradigmático. Esse amor do profeta pela esposa infiel simboliza o amor de Deus pelo seu povo, muitas vezes idólatra ou apóstata. Deus oferece uma salvação completa e perfeita para o seu povo. Lembremos que a lição de hoje visa expor o que as Escrituras Sagradas dizem sobre o assunto. A igreja deve embasar-se no respaldo bíblico para agir quanto à realidade do divórcio, não esquecendo que, no projeto original de Deus, não havia espaço para o divórcio. Tenhamos todos uma excelente e abençoada aula!

I. O DIVÓRCIO NO ANTIGO TESTAMENTO
1. A lei de Moisés e o divórcio. A lei Mosaica previa o caso que se uma mulher não fosse achada virgem, ou seja a recém-casada, esta seria apedrejada, desse modo o marido ficava livre para casar de novo: "Porém se isto for verdadeiro, isto é, que a virgindade não se achou na moça, Então levarão a moça à porta da casa de seu pai, e os homens da sua cidade a apedrejarão, até que morra; pois fez loucura em Israel, prostituindo-se na casa de seu pai; assim tirarás o mal do meio de ti" (Dt 22.20-21). Hoje em nossos dias, no tempo da graça, não há apedrejamento, "pois quem não tem pecado atire a primeira pedra (Jo 8.7b)." “Ele [Jesus] permite o divórcio em caso de adultério; sendo que a razão da lei contra o divórcio consiste na máxima: ‘Serão dois numa só carne’. Se a esposa [ou o esposo] se prostituir e se tornar uma só carne com um adúltero [ou uma adúltera], a razão da lei cessa, e também a lei. O adultério era punido com a morte pela lei de Moisés (Dt 22.22). Então, o nosso Salvador suaviza o rigor, e determina que o divórcio seja a penalidade” (HENRY, M. Comentário Bíblico Novo Testamento: Mateus a João. 1 ed., RJ: CPAD, 2008, p.242).
2. A carta de divórcio. Em Dt 24.1,3, carta de repúdio; em Jr 3.8, Is 50.1: carta de divórcio. Vem do Hebraico significando “cortando para separar” (do laço matrimonial), divórcio. (#3748, Strong.s). Essa palavra Hebraica deriva de uma outra palavra hebraica (#3772) que significar .cortar; destruir ou consumir. e usada em Lv 20.5 com “extirparei do meio”. Lv 21.14; 22.13; Nm 30.9: “repudiada”. “Aquele que deseja divorciar-se de sua esposa, por qualquer motivo (muito comum nos homens), deve registrar por escrito que nunca voltará a casar com aquela mulher. Portanto, ela terá a liberdade de casar com outro homem. Entretanto, enquanto essa carta de divórcio não lhe for dada, não poderá fazê-lo”. Esta é a lei de que fala Deuteronômio: “Se um homem tomar uma mulher e se casar com ela, e se ela não for agradável aos seus olhos, por ter ele achado coisa indecente nela, e se lhe lavrar um termo de divórcio, e lho der na mão, e a despedir de casa; e se ela, saindo de sua casa, for e se casar com outro homem” (Dt 24.1-2). Modelo de uma Carta de Repúdio ou de Divórcio (Estilo israelense, do tempo de Jesus):
“No dia........da semana............do mês.............., ano de...........desde o início da criação do mundo, de acordo com o regulamento normal da Província de.....................................eu.........................., filho de......................................., qualquer que seja o nome pelo qual sou conhecido, da cidade de...........................................,estando em pleno gozo das faculdades mentais, e sem compulsão, imposição de espécie alguma, divorcio, dispenso e repudio a você ..................................... filha de ........................................... , qualquer que seja o nome pelo qual você seja conhecida, da cidade de....................................... , você, que foi minha esposa até aqui. Mas agora está repudiada, você ......................................... , filha de................................. , qualquer que seja o nome pela qual você é chamada, da cidade de........................................ , para que esteja livre e aos teus próprios cuidados, para que segundo a sua livre vontade se case com quem lhe agradar, sem impedimento algum da parte de ninguém, de hoje em diante e sempre. Você está livre, portanto, para qualquer pessoa que queira se casar com você. Seja esta a sua carta de divórcio escrita por mim, uma carta de separação e expulsão, de acordo com a lei de Moisés e Israel.
_____________________________
O marido

Testemunha............................... filho de................................

Testemunha................................ filho de................................
(Copiado de International Standard BibIe Encyclopaedia, “Divorce in OT’ in caput “Bill of Divorcement” - vol. II. p. 864 trad. do inglês, K. Yuasa).

SINOPSE DO TÓPICO (I)
A lei de Moisés não incentivava o divórcio, mas dispunha de mecanismos diversos, com o objetivo de garantir a dignidade humana.

II. O ENSINO DE JESUS A RESPEITO DO DIVÓRCIO
1. A pergunta dos fariseus. No diálogo de Jesus com os fariseus a questão do repúdio à mulher está sendo tratada à luz de Deuteronômio 24.1. Existe, para o gosto democrático do nosso tempo, muito machismo nessa prática. A maioria dos tradutores está abandonando a palavra “repudiar” para usar a palavra “divórcio”, instituição que regula tanto os direitos da mulher como os do homem e dos filhos, o que forma todo o corpo jurídico vigente em nossas respectivas sociedades. No contexto de Mateus 19.9, na discussão com os fariseus, Jesus mostra que, no princípio, a regra não era a separação ou o divórcio. O que Deus ajuntou não deve o homem separar. Entretanto, por causa da dureza dos corações, Moisés permitiu que houvesse separações. A pergunta dos fariseus “pode o homem repudiar sua mulher por qualquer motivo”, foi o baixíssimo nível em que caiu o casamento, por causa da interpretação machista de Deuteronômio 24.1. Segundo esse preceito o homem podia repudiar a esposa se ela não fosse agradável aos seus olhos, por ter achado nela “algo indecente”. Jesus procura mostrar o que existia desde o princípio: o padrão de Deus para o casamento e a prática do divórcio que Moisés procurava moderar e regular, para proteger a mulher. O divórcio não é uma ordem de Deus, nem uma solução que o agrade. Aqui vemos repetir-se o modelo, o padrão de Deus e a orientação pastoral. Jesus não se mostra contra a permissão outorgada por Moisés. Parece a favor dela, mas ele reformula a cláusula de exceção na frase que começa com “Eu porém vos digo”, em Mateus 19.9, tornando muito mais imperativa a manutenção do casamento. Ele estreitou a cláusula de exceção que estava indefinida, fato que a tornava por demais inclusiva. Em outras palavras, a cláusula de exceção, introduzida pela expressão “eu porém vos digo” vem responder à expectativa criada pela indagação dos fariseus, “É lícito para o homem repudiar a sua mulher por qualquer motivo?”, e está logicamente ligada ao contexto desse diálogo. Sua ausência criaria um vazio lógico e semântico dentro dessa construção.
2. O ensino de Jesus. Jesus está contra ou a favor de Moisés? Essa é uma questão importante que vai influir em nossa leitura. É verdade que Jesus pediu aos discípulos que buscassem uma justiça melhor que a dos fariseus. Se Jesus rejeitou o farisaísmo, o legalismo e a justiça de aparências exteriores, por ouro lado ele era um fiel e leal filho de Israel, um guardador da Palavra. “Ouvistes o que foi dito aos antigos: Não adulterarás. Eu porém vos digo: qualquer que olhar pra uma mulher com intenção ...”. Nesse ensino, o “eu porém vos digo” em nenhum momento está negando o” não adulterarás” dos Dez Mandamentos de Moisés. Pelo contrário, o está reforçando e reinterpretando com maior rigor. Esse relacionamento de fidelidade para com a Lei e os Profetas e, ao mesmo tempo, a capacidade de interpretar melhor que os mestres e os doutores da lei, surpreendeu os líderes israelitas de seu tempo. produzindo perplexidade e desconcerto entre eles. Como Jesus mesmo disse, “não penseis que vim revogar a lei ou os profetas. Não vim para revogar, vim para cumprir”. Jesus está manifestando fundamentalmente aprovação e harmonia em relação a Moisés. Só que Jesus preencheu o que antes ficara indefinido em Deuteronômio 24.1, “alguma coisa indecente”, deixando espaço para todo tipo de interpretação e práticas, ao sabor do egocentrismo dos homens, no caso de se repudiar a mulher. Jesus permite o divórcio num único caso excepcional. Essa harmonia fundamental em Moisés nos leva a considerá-la como um elemento corroborativo para a permissão de um recasamento de pessoas que foram divorciadas por causa justa. Essa permissão é, como em Jesus, por causa da dureza dos corações, não uma licença alegre e universal. Na verdade, é uma licença restrita e triste.
3. Permissão para novo casamento. A passagem de Mateus 19.9 afirma que a pessoa que volta a se casar comete adultério, exceto se as causas do divórcio forem “relações sexuais ilícitas”. Entendemos que Jesus está aceitando essa exceção, permitindo o divórcio e, portanto, o recasamento. Jesus não está censurando Moisés por ele ter concedido a possibilidade de divórcio por causa da dureza dos corações. Parece que podemos, antes, censurar os fariseus por não entenderem esse espírito, tomando o repúdio como uma ordem, uma grande solução, ou, pior, considerando-os cínicos por livrarem-se da esposa de quem se cansaram, naturalmente por culpa dela, a culpa moral da separação recairia sobre Moisés que a teria ordenado. Jesus concorda com Moisés quanto à dureza dos corações e quanto ao pecado, além de manifestar o mesmo desejo de ajudar. Sua ajuda, entretanto, não consiste em liberalizar ainda mais o divórcio, mas, sim, em reinterpretar Moisés e refinar o seu preceito à luz do que era “desde o princípio”. Na cláusula de exceção, Jesus só aceita um motivo para o divórcio. Seria impensável, por outro lado, que Jesus condenasse a mera separação como um adultério. É evidente que o que está em jogo nessa cláusula de exceção é o recasamento.

SINOPSE DO TÓPICO (II)
O Senhor Jesus condena o divórcio, excetuando àquele que foi motivado por prostituição.

III. ENSINOS DE PAULO A RESPEITO DO DIVÓRCIO
O tema do casamento, celibato e divórcio estão concentrados em 1 Co 7. Desde o primeiro verso até o final, em quarenta versículos, ele discorre sobre esses temas em resposta às indagações dos cristãos de Corinto. Há naturalmente as clássicas passagens de Efésios 5, e em alguns outros lugares, com uma visão mais positiva da vida conjugal em Colossenses 3.12ss e 18; sobretudo em Efésios 5.15-33 (cf 1 Pe 3.1-7). Todas essas passagens, incluindo a de Pedro, foram escritas (62 d.C em diante) 6, 7 ou 8 anos após 1 Coríntios (55, 56 ou 57 d.C). Seria correto supor que, a partir de uma visão um tanto quanto restritiva sobre o matrimônio do cristão, Paulo teria evoluído para uma visão mais matizada, e mais rica. Seria essa a razão de Paulo pedir aos líderes cristãos que fossem pessoas casadas (1Tm 3.2-5; Tt 1 5-8, ambas as epístolas, presumivelmente, de 65 d.C) e não recomendar as pessoas solteiras à liderança cristã nessas cartas, ao contrário de 1 Coríntios 7. Essas declarações sobre o texto nos ajudam usá-lo com cuidado e temperança, levando em conta esses matizes, a fim de alcançar um entendimento mais próximo da verdadeira prática pastoral do grande apóstolo.
1. Aos casais crentes. Na proibição de separação e de recasamento nos versículos 10 e 11 consta o padrão absoluto de Deus, constituindo-se paralelo perfeito com Marcos 10.1 e 12 e Lucas 16.18. Nos versículos 10 e 11, quando se pede que o crente não tome iniciativa de separação, e no versículo 15, quando se permite a separação e o divórcio no caso de a parte não crente desejar separar-se, há uma regulamentação pastoral que Paulo sentiu-se autorizado a fazer.
2. Quando um dos cônjuges não é crente. A separação ou divórcio não deve ser imediata, caso a parte não-crente peça. Lembremos da expressão “Deus vos chamou para a paz”, quando descobre-se que não é possível manter a fé de maneira nenhuma dentro desse casamento, quando houver perigo para a integridade física, moral e espiritualmente e o cônjuge não-crente pedir separação, então que se separem e se divorciem. Em todo o caso, nessa passagem aparece uma segunda exceção por regulamentação pastoral. A Bíblia Vida Nova anota “O princípio é conservar o casamento se for possível. Se o cônjuge não- crente deixar o outro em reação ao Evangelho, o crente não tem culpa” e cita passagens em Lucas 12.51ss; 14.26; 21, 16, em que, por causa do evangelho, há conflito dentro da família e até perigo de morte.
3. O cônjuge fiel não está sujeito à servidão. “A iniciativa de romper os laços do casamento deve partir do descrente, por não estar disposto a viver tal situação (v.15). O texto grego é expressivo: ‘se o descrente se apartar, [chorizo, como no verso 10], aparte-se’. O gênero masculino de ‘descrente’ é usado de modo inclusivo, assim como o restante do verso indica. ‘Neste caso o irmão, ou irmã, não está sujeito à servidão’. Não está sujeito à servidão em que sentido? [...] Não está sujeito a permanecer solteiro, mas casar-se novamente (Hering, 53; Bruce, 70)” [ARRINGTON, F. L.; STRONSTAD, R. (Eds.) Comentário Bíblico Pentecostal: Novo Testamento. 2 ed., RJ: CPAD, 2004, pp.974-75].

SINOPSE DO TÓPICO (III)
O apóstolo Paulo afirma que a pessoa crente, quando abandona da pelo cônjuge não crente, está livre para conceber novas núpcias. Contanto, que seja no Senhor.

CONCLUSÃO

Temos de entender e aceitar a grande tensão entre a vontade de Deus para o casamento e as situações criadas pelo pecado humano dentro do casamento, o que leva, às vezes, à quebra. Como enfrentar as situações e os dramas familiares e como ajudar as pessoas que vêm buscando auxílio e esperança no Evangelho? A indissolubilidade dos laços conjugais deve ser pregada e ensinada com ênfase. Noivos em preparação para o casamento devem conhecer bem o padrão perfeito de Deus como meta a ser alcançada. O “sim” dos noivos deve ter esse peso para que os abençoemos de coração. O divórcio causa sérios inconvenientes à igreja local, às famílias e à sociedade.
NaquEle que me garante: "Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus" (Ef 2.8),

Graça e Paz a todos que estão em Cristo!

Francisco de Assis Barbosa
Cor mio tibi offero, Domine, prompte et sincere
Meu coração te ofereço, Senhor, pronto e sincero (Calvino)

Maceió-AL
Maio de 2013.

EXERCÍCIOS
1. Segundo a lição, qual era o propósito da lei do divórcio?
R. Como a prática do divórcio havia se tornado comum em Israel, o propósito da lei era regulamentar tal situação a fim de evitar os abusos e preservar a família.
2. O que a escola de Hilel defendia acerca do divórcio?
R. Defendia o direito de o homem dar carta de divórcio à mulher por qualquer motivo.
3. Qual a resposta de Jesus aos fariseus a respeito do divórcio?
R. Que Moisés permitiu dar carta de repúdio às mulheres, “por causa da dureza dos vossos corações”.
4. Qual o ensino de Paulo aos casais crentes?
R. “Todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido. Se, porém, se apartar, que fique sem casar ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher” (1Co 7.10,11)
5. O que Paulo ensina quando um dos cônjuges não é crente?
R. Paulo ensina que, se o cônjuge não crente concorda em viver (dignamente) com o crente, que este não o deixe (1Co 7.12-14).

NOTAS BIBLIOGRÁFICAS

OBRAS CONSULTADAS:
-. Lições Bíblicas do 2º Trimestre de 2013, Jovens e Adultos: A Família Cristã no século XXI — Protegendo seu lar dos ataques do inimigo; Comentarista: Elinaldo Renovato de Lima; CPAD;
- ARRINGTON, F. L.; STRONSTAD, R. (Eds.) Comentário Bíblico Pentecostal: Novo Testamento. 1 ed., RJ: CPAD, 2008.
- HENRY, M. Comentário Bíblico Novo Testamento: Mateus a João. 1 ed., RJ: CPAD, 2008.
- SOARES, E. Casamento, Divórcio & Sexo à Luz da Bíblia. 1 ed., RJ: CPAD, 2011.
Autorizo a todos que quiserem fazer uso dos subsídios colocados neste Blog. Solicito, tão somente, que indiquem a fonte e não modifiquem o seu conteúdo. Agradeceria, igualmente, a gentileza de um e-mail indicando qual o texto que está utilizando e com que finalidade (estudo pessoal, na igreja, postagem em outro site, impressão, etc.).
Francisco de Assis Barbosa

4 comentários:

  1. Graça e Paz.
    Sempre que necessário faço uso deste comentário para nortear os meus pensamentos na exposição da lição da EBD. Fazendo as minhas pesquisas de campo, encontrei contradições nas abordagens dos nobres mestres, o professor Caramuru evidencia a dissolubilidade do casamento afirmando que a igreja católica nos doutrinou com a indissobilidade, e que Jesus, aprova o divorcio, ou deixou um adendo, para possível separação.
    Enquanto o nobre, caríssimo professor Francisco Barbosa, nos orienta a ensinar e a pregar a indissobilidade do casamento. E agora? Em que me ater? Por favor me ajudem!

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  2. Caro Celso Costa, Graça e Paz! Jesus, quando questionado no tocante à licitude do divórcio, só entendeu ser tolerável o divórcio em caso de infidelidade conjugal, e isso porque os israelitas tinham um coração duro. E quando os fariseus citaram a pessoa de Moisés, querendo dizer que a Lei deveria ser “respeitada”, Jesus retornou ao princípio da criação, ou seja, séculos antes da Lei, quando Deus criou o homem e a mulher e fez dos dois “uma só carne” no casamento. Os fariseus queriam colocar Jesus contra a Lei, mas se esqueceram de analisar o que Deus havia proposto antes de a Lei de Moisés ser apresentada ao povo de Israel. E foi esse lembrete que Jesus fez, a fim de que o divórcio não fosse uma prática comum entre o povo de Deus, mas, sim, uma exceção entre os santos, somente em caso de adultério, e isso em virtude da nossa dureza, pois como filhos de Deus, o perdão e esquecimento deveria ser a tônica. Imaginemos se Deus, não pedoasse nossa prostituição espiritual, se não esquecesse e nos aceitasse de volta... e não é a Ele que devemos imitar?

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  3. Amados, uma questão a discutirmos (trata-se de uma questão levantada enquanto estudávamos e ouvíamos várias "vozes" de outros professores)
    1- Uma esposa cristã deve viver sob servidão, agressões, violência constante, sob constante ameaça de morte, como alegam alguns "carregando sua cruz" e não pensar na possibilidade de divórcio, já que não se trata de adultério ou abandono?
    Meu e-mail: claudemireisa@hotmail.com
    2- Sobre o recasamento (ou novo casamento) pós-divórcio. Há respaldo, impedimentos...?
    Discursemos, pois, sobre essas duas questões, por favor?

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  4. CARO IRMÃO, TENHO ACOMPANHADO AS AULAS E SENTI FALTA DA LIÇÃO 4,E PEÇO A GENTILEZA, SE POSSÍVEL, MEMENIVAR ESTA AULA. 4 - A Família Sob Ataque. MEU E-MAIL: luzineide.santos@gamil.com. E também disponibilisar no blog. graça e paz.
    Irmã Luzineide Ikebuaku - Assembléia de Deus - Rio de Janeiro

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