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4 de setembro de 2011

Lição 11 – A Influencia Cultural da Igreja


11 de setembro de 2011

Texto Áureo
E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.” (Gn 1.28). Ao criar o ser humano, Deus elege delegar ao ser humano domínio sobre a terra. O poder e autoridade do ser humano para o exercício deste governo têm a sua origem no desejo de Deus de fazer o ser humano à sua própria imagem e semelhança. A habilidade do ser humano para manter o seu papel como governador delegado da terra repousará na sua obediência contínua ao governo de Deus como o Rei de tudo. O seu poder para reinar na vida apenas irá até onde vai a sua fidelidade em obedecer à lei de Deus[1].

Verdade Prática
Deus nos criou como seres sociais e instrui-nos a produzir uma cultura que reflita os princípios espirituais e morais de sua Palavra.

Leitura Bíblica em Classe
Gn 1.26-30

Objetivos
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
- Diferençar a cultura antes e depois da queda;
- Conhecer os exemplos bíblicos de relacionamento cultural, e
- Compreender que Igreja deve influenciar culturalmente a sociedade.

Palavra-chave
CULTURA
Produções sociais e costumes das sociedades humanas.

Comentário
(I. Introdução)
O crente, cidadão permanente do Reino dos Céus, vivendo como peregrino nesta terra, não deve viver incólume à vida social, cultural, profissional, política e econômica da sociedade, muito embora esta última esteja alijada da Glória de Deus e em conseqüência, sua produção cultural esteja contaminada, nem tudo o que é produzido por ela é de todo ruim. Uma música, um livro, costumes, a lei... são todos eles intrinsecamente maus? Pela Graça Comum Deus distribui medidas significativas de capacidade em áreas artísticas e musicais, assim como em outras esferas nas quais a criatividade e a habilidade podem expressar-se. Nessa área, como também nas esferas física e intelectual, as bênçãos da graça comum são derramadas sobre o homem não regenerado e até mais abundantemente que sobre os crentes. (Graça comum é a graça de Deus pela qual Ele dá às pessoas bênçãos inumeráveis que não são parte da salvação. A palavra comum aqui significa algo que é dado a todos os homens e não é restrito aos crentes ou aos eleitos somente - Mt 5.44,45; At 14.16,17). Como escreve Charles Colson em sua obra “E Agora Como Viveremos?” publicado pela CPAD: “Evangelismo e renovação cultural são, ambas, tarefas divinamente ordenadas. Deus exercita a sua soberania de duas maneiras: através da graça salvadora e da graça comum. Estamos bem familiarizados com a graça salvadora; é o meio através do qual o poder de Deus chama pessoas que estão mortas em suas transgressões e pecados para uma nova vida em Cristo. Como servos de Deus, devemos ser agentes de sua graça salvadora, evangelizando e trazendo pessoas a Cristo. Mas poucos de nós realmente entendem a graça comum, que é o meio através do qual o poder de Deus sustenta a criação, retendo o pecado e o mal que resulta da Queda e que, de outra forma, dominaria sua criação como uma grande enchente. Como agentes da graça comum de Deus, somos chamados a ajudar a manter e renovar sua criação, a sustentar as instituições formadas da família e da sociedade, a buscar a ciência e a sabedoria, a criar obras de arte e beleza e a curar e ajudar aqueles que sofrem com os resultados da Queda.” (pp. 13). Boa Aula!
(II. Desenvolvimento)
I. A CULTURA ANTES E APÓS A QUEDA
1. A natureza da cultura humana. A cultura é uma das principais características humanas, pois somente o homem tem a capacidade de desenvolver culturas, o que o distingue dos outros seres criados. A cultura pode ser considerada como tudo que o homem através da sua racionalidade, mais precisamente a inteligência, consegue executar, dessa forma todos os povos e sociedades possuem sua cultura por mais tradicional e arcaica que seja, pois todos os conhecimentos adquiridos são passados das gerações passadas para as futuras. Cultura (do latim colere, que significa cultivar) é um conceito de várias acepções, sendo a mais corrente a definição genérica formulada por Edward B. Tylor[2], segundo a qual cultura é aquele todo complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e aptidões adquiridos pelo homem como membro da sociedade. A queda do homem gerou um resultado imediato: a depravação total da natureza humana. O contágio do seu pecado espalhou-se rapidamente pelo homem todo, não ficando sem ser tocada nenhuma parte da sua natureza, mas contaminando todos os poderes e faculdades do corpo e da alma. Esta completa corrupção do homem é ensinada claramente na Bíblia: Gn 6.5; Sl 14.3; Rm 7.18. O crente, independentemente da denominação a qual pertença, querendo ou não, é um ser deste mundo, inserido no contexto social herdeiro da imperfeição resultante do primeiro pecado. O Reino de Deus não é deste mundo, mas foi inaugurado neste mundo, sem excluir-nos da responsabilidade com este mundo, tanto é que Jesus disse: "... é chegado a vós o reino de Deus" (Mt 12.28). Cristo falou de um reino de justiça, e de tantos outros sinais visíveis desse reino. Torna-se impraticável fechar-se dentro de uma redoma e excluir-se deste mundo, achando que temos de pensar só no Reino enquanto nosso futuro escatológico. Ser luz do mundo e sal da terra só é possível se o crente contribuir para que a luz brilhe e o sal tenha sabor, tais procedimentos se materializam em contato com a sociedade, a fim de transformá-la numa sociedade mais justa.
2. A cultura como beleza da criação. O homem é um ser espiritual que não é apenas corpo, mas também alma e espírito; é um ser moral cuja inteligência, percepção, e autodeterminação excedem em muito os de qualquer outro ser criado. Estas propriedades implicam no valor que cada ser humano possui para Deus. Através da graça comum, o homem mesmo após a Queda, pode produzir uma cultura que reflita a ordem original da criação em todos os aspectos da vida humana. Deus criou o homem para ser seu agente em seu reino, para governar e dominar o resto da criação. O poder e autoridade do ser humano para o exercício desse governo tem a sua origem no desejo de Deus de fazer o ser humano à sua própria imagem e semelhança. A graça comum é a fonte de toda a ordem, o refinamento, a cultura, a virtude comum, etc., que encontramos no mundo, e através dela é que o poder moral da verdade no coração e na consciência é aumentado, e as paixões maléficas dos homens são restringidas.
3. A Queda manchou a cultura humana. Embora a Queda tenha introduzido o pecado na história humana, a Comissão Cultural não foi anulada. Continuamos responsáveis pela administração da terra que nos destinou o Senhor (Gn 3.23). Isso nos leva a seguinte pergunta: quando o homem caiu, ele perdeu a imagem de Deus? Do ponto de vista ontológico (aquilo que o homem é), não foi eliminado com a queda, ele continua sendo homem, mas o aspecto funcional (aquilo que o homem faz) da imagem de Deus, seus dons, talentos e habilidades passaram a ser usados para afrontar a Deus. Contudo, não devemos entender que a cultura humana seja de todo ruim ou proceda totalmente do maligno.
Sinopse do Tópico (1)
A capacidade de criar e desenvolver cultura é um dom divino.


II. EXEMPLOS BÍBLICOS DE RELACIONAMENTO CULTURAL
1. Daniel discerne a cultura babilônica. Babilônia se refere à capital da antiga Suméria e Acádia, na Mesopotâmia. No moderno Iraque, localiza-se a aproximadamente 80 km ao sul de Bagdá. O nome Babil (ou Babilu em babilônico) significa "Porta de Deus", mas os judeus afirmam que vem do hebraico antigo - Babel, - que significa "confusão". Essa palavra semítica é uma tradução do sumério Kadmirra. A Babilônia foi provavelmente fundada por volta de 3800 a.C. Teve um papel significativo na história da Mesopotâmia. O povo babilônico foi muito avançado para a sua época, demonstrando grandes conhecimentos de arquitetura, agricultura, astronomia e direito. Iniciou sua era de império sob o amorita Hamurabi, por volta de 1730 a.C., e manteve-se assim por pouco mais de mil anos. Hamurabi foi o primeiro rei conhecido a codificar leis, tarefas nas quais utilizou a escrita cuneiforme. Descobriu-se assim que a cultura babilônica influenciou em muitos aspectos a cultura moderna, como a divisão do dia em 24 horas, da hora em 60 minutos e daí por diante. De entre os seus soberanos, o mais famoso foi Hamurabi (1792 a 1750 a.C.). O mais antigo e completo código de leis que a história registra foi de realização sua. Hamurabi também nomeou governadores, unificou a língua, a religião e fundiu todos os mitos populares em um único livro: a Epopéia de Marduk - que era lido em todas as festas de seu reino. Também cercou sua capital, fortificando-a. Ele criou o Código de Hamurabi, cujas leis, em resumo, seguem um mesmo princípio: Olho por Olho, Dente por Dente. [Veja algumas leis:] [3]. Os Babilônios eram politeístas e a cultura da nação possuía elementos de magia, feitiçaria e astrologia. Todo o conhecimento babilônico era repleto de mitos quanto a interpretação. Problemas como: a origem do homem, a prostituição cultual como meio de adoração e divinização do rei estavam presentes. Daniel (Deus é meu Juiz) conseguiu aprender a cultura babilônica sem fazer a mínima concessão doutrinária ou moral. Daniel não discutiu com os babilônios, apenas adotou um principio essencial: “se esforçaria para servir ao SENHOR num ambiente hostil e perverso ou indiferente, sem fazer concessões que prejudicassem a Palavra de Deus”. Ele possuía liberdade no meio dos babilônios e assim serviria ao Deus único e verdadeiro. Recebeu nome pagão (Beltessazar = que Bel proteja a sua vida; Bel era o principal deus da Babilônia), mas não foram supersticiosos. Existia uma realidade espiritual pela qual rejeitou a mesa do rei: O Crente vivendo numa sociedade não regenerada não deve fazer concessões aos ritos sociais, é preciso coragem e muita fé. Daniel e seus amigos não se levantaram contra o rei e sua cultura. Não profetizaram contrario – houve respeito e cortesia todo o tempo. (Dn 1.8; Rm 13.1-7). Daniel sempre agiu com cortesia e humildade perante os babilônios (v. 1.12 – “teus servos...”). Existem duas alternativas erradas quanto a cultura deste mundo: A primeira: O isolamento – fechar dentro de um gueto religioso. A segunda: A assimilação – fazer o que todo mundo faz. A solução é agir como Daniel, agir por princípios.
2. Paulo, Barnabé e a transformação cultural em Listra. Atos 14 registra que após ter escapado da perseguição em Icônio, Paulo e Barnabé entraram em Listra para evangelizar e onde aconteceu por meio deles a cura de um paralítico de nascença. Por causa disso, os habitantes de Listra pensaram que os dois missionários fossem a encarnação dos deuses pagãos Júpiter e Mercúrio. A adoração a Júpiter e Mercúrio (pai e mensageiro dos deuses, conhecidos pelos gregos como Zeus e Hermes) na antiga Listra foi verificada através da pesquisa arqueológica. Como Paulo era quem pregava e mais falava, foi fácil concluir que ele seria Hermes, e Barnabé seria Zeus. Parece que Paulo e Barnabé não se aperceberam disto, até que o sacerdote de Júpiter, que tinha um templo defronte à cidade, trouxe touros e grinaldas para a porta da cidade para lhes oferecer sacrifícios. Quando entenderam o que se passava, Barnabé e Paulo rasgaram as suas vestes – indicando que era um ato de sacrilégio o que o sacerdote fazia (Mt 26.65) – e correram para o meio do povo, gritando que eram homens como eles, e que estavam ali para lhes contar as boas notícias sobre o verdadeiro Deus, o Deus vivo, para que deixassem sua idolatria inútil e se convertessem a Ele. É de se notar que os apóstolos não se apoiaram no Velho Testamento e nas suas profecias, como faziam nas sinagogas: afinal este povo nada conhecia sobre isto, mas falaram sobre a criação, um assunto que muito interessava os gentios por toda a parte, e através dos tempos até hoje. Tiveram dificuldade em persuadir o povo, mas afinal conseguiram.

Sinopse do Tópico (2)
Aprendemos com Daniel, Paulo e Barnabé que devemos levar a sério a transformação cultural da sociedade.


III. EVANGELHO, IGREJA E CULTURA
1. Evangelho e cultura. Uma grande dificuldade que o crente tem é se relacionar com a cultura que o cerca de forma pacífica. O medo de perder a fé e ser atacado pelo inimigo que sorrateiramente nos espreita atrás de cada manifestação cultural é latente em nossa cultura cristã. Percebe-se que essa questão era corrente também nos tempos da igreja primitiva. Cultura e religiosidade eram e são coisas indivisíveis. E, a julgar pelas cartas de Paulo, a comunidade cristã em algumas cidades também sofria desse medo cultural. Sem querer desmistificar esse perigo de contaminação, precisamos usar a cultura em favor da expansão do evangelho construindo pontes culturais para pregar o evangelho em um ambiente cultural diversificado. Tomemos como exemplo a pregação de Jesus à mulher samaritana, onde o mestre pregou a mensagem de salvação a partir do contexto cultural daquela mulher; Paulo no areópago de Atenas, ao citar os filósofos pagãos em sua mensagem, criando uma ponte cultural através da qual introduziu o evangelho. No entanto, esse contato não ocorreu sem ignorar o fato de que estas culturas estão manchadas pelo pecado e que nem tudo que é tido pelo homem como valor cultural é aceitável diante de Deus.
2. Igreja e cultura. As mudanças culturais enfrentadas pela sociedade, a globalização e o consumismo são desafios cada vez mais presentes na vida cristã. A adesão a métodos, o consumo de experiências religiosas e a ausência de uma ética bíblica fazem parte do dia-a-dia de grande parte das comunidades evangélicas Brasil a fora. É raro perceber alguma articulação com bases bíblicas que contraponha a tendência cultural dominante. Não há uma mentalidade evangélica. Assim, muitos cristãos assumem formas de pensamento que revelam uma visão limitada do senhorio de Cristo e do alcance do reino de Deus. No entanto, a Igreja é depositária de um instrumento que serve como fonte e ferramenta de transformação da sociedade e que, ao mesmo tempo, aponta as possibilidades da prática cristã integral em áreas como ação social, arte, psicologia e economia. A Igreja pode e deve atuar nos diferentes campos da cultura. Como asseverou Abraham Kuyper: “Não há um único centímetro quadrado em todos os domínios da existência humana sobre o qual Cristo, que é soberano sobre tudo, não clame: é meu!”.
3. O despertamento cultural na Igreja. Na bíblia vemos diversos exemplos que nos possibilitam vislumbrar os limites entre cultura e pecado. Talvez o primeiro deles seja a recomendação do Senhor ao seu povo, quando eles entram na Terra Prometida, de que eles não deviam seguir os caminhos das nações. Obviamente, muitas daquelas noções religiosas cananéias eram parte de uma cultura, mas elas não deviam ser absorvidas pelos hebreus. Embora usado pelos missiólogos como paradigma de missionário transcultural, o estadista Daniel, juntamente com seus amigos, se recusou a comer dos manjares do Rei, e também não tomou do seu vinho, que era consagrado a ídolos. Eles estavam submersos na cultura babilônica, mas sabiam separar pressupostos culturais, conceitos morais e crenças religiosas. Jesus em sua encarnação foi judeu em todo aspecto da existência. No entanto, o fato dele mesmo ser judeu e de estar contextualizando com os judeus não o impediu de denunciar a hipocrisia dos fariseus que lavavam as mãos cerimonialmente antes de comer, quando seus corações continuavam impuros. Ele também se levantou contra o costume de consagrar seus bens ao Senhor quando parentes próximos passavam necessidade. Jesus foi missionário transcultural, mas não se submeteu incondicionalmente a cultura hebréia. Ele a redimiu. Tudo isso nos revela que o evangelho não é apenas um agente passivo e submisso à cultura, mas um agente transformador. No que diz respeito à cultura que nos cerca, deixemos de nos preocupar com os demônios que habitam escondidos pelos cantos. Porque toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto. Toda forma de cultura possui boas dádivas, desfrutemos dessas boas dádivas com nossas consciências tranqüilas, porque o poder de atuação do mal sobre nós reside em nossas dúvidas, temores e medos (Rm 14; 1Co 8; 10.23). O crente deve usar a cultura a seu favor, rejeitando aqueles valores que, embora tidos por tendências culturais e modernas, se opõem ao evangelho [4].
Sinopse do Tópico (3)
Assim como Daniel, Paulo e Jesus de Nazaré, a Igreja deve propor uma contracultura para esta sociedade.

(III. Conclusão)
Todo conhecimento humano e todo avanço cultural da humanidade só estão completos quando partem das Sagradas Escrituras buscando a glória de Deus e o bem da sua criação. Nós insistimos em que o viver santo carece de abstermo-nos do mal e, por isso, arranjamos algumas formas de conduta que possam ser julgadas como más, para podermos nos abster delas e termos aquela bela sensação de santidade. No entanto, 'povo de Deus, santo e amado', se queremos um viver santo, 'revistam-se de profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência. Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Acima de tudo, porém, revistam-se do amor, que é o elo perfeito' (Cl 3).
"Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade." (1Jo 3.18)
N’Ele, que me garante que: "... o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos” (Mt 20.28),
Francisco A Barbosa
auxilioaomestre@bol.com.br

Questionário
1. O que é cultura?
R. Produções sociais e os costumes das sociedades.
2. Por que nenhuma cultura é perfeita?
R. porque somos imperfeitos por natureza.
3. O que podemos aprender com o fato ocorrido com Paulo e Barnabé em Listra?
R. Devemos levar a sério a transformação cultural da sociedade por meio da prática da Palavra de Deus.
4. Cite uma questão cultural que a Igreja Primitiva enfrentou.
R. O concílio de Jerusalém (At 15).
5. A exemplo de Daniel, Paulo e Jesus, o que a Igreja deve propor à sociedade?
R. A Igreja tem o dever de propor uma contracultura à sociedade.

Notas Bibliográficas
[1]. Adaptado de Bíblia de Estudo Plenitude, Barueri, SP, Sociedade Bíblica do Brasil, 2001, Dinâmica do Reino, p. 6;
[2]. (LARAIA, Roque de Barros. Cultura. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006;
[3]. Texto disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Babil%C3%B4nia;
[4]. Adaptado de http://www.pulpitocristao.com/2010/10/evangelho-e-cultura-pregando-o-evangelho-em-um-ambiente-multicultural/;

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