Classe Virtual:

Lição 13 – Se o meu Povo Orar

26 de dezembro de 2010

TEXTO ÁUREO

E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. (2Cr 7.14).

יד וְיִכָּנְעוּ עַמִּי אֲשֶׁר נִקְרָא-שְׁמִי עֲלֵיהֶם, וְיִתְפַּלְלוּ וִיבַקְשׁוּ פָנַי, וְיָשֻׁבוּ, מִדַּרְכֵיהֶם הָרָעִים--וַאֲנִי, אֶשְׁמַע מִן-הַשָּׁמַיִם, וְאֶסְלַח לְחַטָּאתָם, וְאֶרְפָּא אֶת-אַרְצָם.

- Provavelmente este seja o versículo mais conhecido e mais querido de 2Cr. Na narrativa da segunda aparição de Deus a Salomão, em 1Rs 9.1-9, esta promessa não é mencionada. Nesta perícope, Deus promete que a nação de Israel receberia alívio das dificuldades causadas por seus pecados, contanto que os israelitas se voltassem para ele com humildade e oração. Se humilhar, uma atitude de contrição e de dependência de Deus (12.6,7,12; 30,11; 33,12,19,23; 34.27). No capítulo 6, Salomão pede a Deus que dissesse o que o povo deveria fazer quando cometesse algum pecado. Deus respondeu, oferecendo uma condição dupla com um resultado tríplice ao Seu povo escolhido (aquele que se chama pelo meu nome). Se o povo se humilhar (arrepender-se do seu pecado) e buscar a sua face em oração, então, diz o Senhor Deus, eu ouvirei... perdoarei... e sararei. Deus executa os seus propósitos divinos em acordo com as orações dos seus filhos (Fp 1,9; Tg 5,16). Fica evidente que o verdadeiro arrependimento implica mais do que simplesmente falar; exige mudança de comportamento.

VERDADE PRÁTICA

A oração de confissão, acompanhada de temor e humildade, exalta a bondade e a benignidade do Senhor.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

2 Crônicas 7.11-18

OBJETIVOS:

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

- Explicar o significado de humildade;

- Definir arrependimento e conversão, e

- Mencionar as repostas divinas às attitudes do povo.

PALAVRA-CHAVE

HUMILDADE

Capacidade de reconhecer os próprios erros, defeitos ou limitações. Respeito, reverencia, submissão.

COMENTÁRIO

(I. INTRODUÇÃO)

Meses, talvez anos, passaram-se desde o dia em que Salomão orou pela consagração do Templo (2Cr 6) e vários outros projetos de construção foram elaborados e concluídos (2Cr 7.11; 8.1). Só então, Deus disse a Salomão que havia ouvido sua oração. Quantas vezes procuramos encontrar respostas imediatas aos nossos pedidos e, quando nada acontece, ficamos imaginando se Deus nos ouviu? Ele realmente ouve nossas súplicas e as responderá, mas devemos confiar que sua resposta será dada no tempo oportuno. Boa aula!

(II. DESENVOLVIMENTO)

I. A NECESSIDADE DE SE HUMILHAR E BUSCAR A DEUS

1. Deus é grande, o homem é limitado. Nossa maneira de compreender a Deus não deve basear-se em pressuposições a respeito dEle, ou em como gostaríamos que Ele fosse. Pelo contrário: devemos crer no Deus que existe, e que optou por se revelar a nós através das Escrituras. Deus existe por si mesmo, pois não depende de nenhuma fonte originária para existir. Seu próprio nome, YAHWEH, declara que Ele é e continuará sendo. Deus pode e quer dar vida ao seu povo. Ele é único por independer de qualquer outro ser no universo; “O Pai tem vida em si mesmo” (Jo 5,26). Nenhum ser criado pode fazer tal declaração. Quanto a nós, criaturas, só resta declara-lhe nossa adoração: “Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder, porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas” (Ap 4.11). Não somos consumidos, porque a compaixão de Deus não se esgota. A ira de Deus contra o seu povo terminará, porque a sua compaixão não pode terminar (Lm 4.22; Os 11,8). O Senhor prontamente responde nosso pedido de ajuda quando clamamos a Ele.

2. A nessecidade da humildade. O povo de Deus deve reconhecer as suas faltas, manifestar tristeza pelo seu pecado e renovar seu compromisso de fazer a vontade de Deus. Humilharmo-nos diante de Deus e da sua Palavra, importa em reconhecer nossa pobreza espiritual. Há certas condições necessárias para recebermos as bênçãos do reino de Deus. Para recebê-las, devemos viver segundo os padrões revelados por Deus nas Escrituras, e nunca pelos do mundo. A primeira destas condições é ser pobre de espírito , o que significa reconhecermos que não temos qualquer auto-suficiência espiritual; que dependemos da vida do Espírito; do poder e graça divinos para podermos herdar o reino de Deus. “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus;” (Mt 5.3). Os humildes e submissos diante de Deus acham nEle o seu refúgio e lhe consagram todo o seu ser. Preocupam-se mais com a obra de Deus e o povo de Deus do que com aquilo que lhes possa acontecer pessoalmente (Sl 37.11). Os humildes herdarão por fim a terra (Mt 5.5). “Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que, a seu tempo, vos exalte,” (1Pe 5.6). A humildade deve ser o sinal distintivo de todo o povo de Deus. É a ausência de orgulho de si mesmo; a consciência das nossas fraquezas e a disposição de atribuir a Deus e aos outros o crédito por aquilo que estamos realizando ou que já alcançamos (cf. Mt 11.29; Fp 2.3,4; Cl 3.12). A palavra "cingir" (gr. egkomboomai) significa atar em si mesmo um pedaço de pano. Nos tempos do NT, os escravos atavam um pano branco ou avental às suas roupas, a fim de que os outros soubessem que eram escravos. A exortação de Pedro é que atemos em nós mesmos o "pano" da humildade, a fim de (1) sermos identificados como crentes em Cristo, ao agirmos com humildade para com o próximo e (2) recebermos a graça e ajuda de Deus (vv. 5-7). É possível que Pedro tivesse em mente a ação de Jesus, quando Ele se cingiu de uma toalha e lavou os pés dos discípulos (Jo 13.4,5).[BEP, nota 1Pe 5.5].

3. A busca pela presença de Deus. Se os cristãos levassem a sério a experiência de Saul, clamariam ao Senhor como Davi: "Me dê um coração puro! Não tire Sua presença de mim!" Saul é um quadro trágico do cristão que perdeu a presença santa de Deus” (David Wilkerson). Deus promete estar perto de todos que se afastam do pecado, que purificam os seus corações e que o invocam verdadeiramente arrependidos. A comunhão com Deus trará sua presença, graça, bênçãos e amor. A maior necessidade da igreja não é das bênçãos de Deus, é de Deus! O Deus das bênçãos é melhor do que as bênçãos de Deus. “A igreja contemporânea mudou a sua ênfase. A pregação moderna diz que o fim principal do homem é glorificar a Deus, mas o fim principal de Deus é glorificar o homem. O evangelho moderno ensina que é Deus quem está a serviço do homem e não o homem a serviço de Deus. O foco mudou. Não é mais Deus que é a medida e o fim de todas as coisas, mas o homem que é a medida de todas as coisas. [...] A igreja necessita desesperadamente da presença de Deus. Nossas vidas serão vazias, nossos cultos sem vida, nossas músicas sem unção e nossas mensagens mortas se Deus não estiver presente. Muitas vezes, confundidos a onipresença de Deus com a presença manifesta de Deus. Deus está em toda parte, mas Deus não está em toda parte com a sua presença manifesta. Quando Deus está entre o seu povo isso é notório, como quando Jacó acordou em Betel. Muitas vezes nós falamos para as pessoas que Deus está entre nós. Elas vêm e não vêm Deus. Elas então chegam à conclusão que fazemos propaganda enganosa. Dizemos que tem pão na casa do pão, mas só temos fornos frios, prateleiras vazias e receitas de pão. Quando Deus se agrada de nós, podemos dizer como Josué e Calebe: “Se o Senhor se agradar de nós, podemos.” (Rev. Hernandes Dias Lopes)

SINÓPSE DO TÓPICO (1)

O texto de 2 Crônicas 7.14 revela a necessidade de Israel reconhecer a grandeza divina, humilhar-se e converter-se.

II. A NECESSIDADE DE ARREPENDER-SE E CONVERTER-SE

1. Arrependimento. A palavra grega para arrependimento é metanoia que é derivada de meta - "depois", e neo - "compreender ", literalmente significa: "Reflexão posterior", ou "mudança de mente". Todavia o seu sentido bíblico vai além, significando uma mudança de rumo, mudança de direção, de atitude. Em Mateus 21.28-31, o Senhor Jesus nos dá lições claras sobre o arrependimento. Diferentemente do remorso, em que a pessoa que o sofre não se sensibilizou verdadeiramente do mal que possa haver causado a outros, e que, pensando apenas no próprio bem, é capaz até de infligir a si mesmo algum tipo de castigo (como uma auto-flagelação por exemplo) apenas para tentar se esquivar de sofrer uma punição ainda mais severa por causa do erro que cometeu (punição que pode realmente, ou não, vir a penar), o arrependido verdadeiramente percebe e se sensibiliza das conseqüências ruins que seus atos causaram para outras pessoas ou, nesse caso, à Deus. A doutrina do arrependimento é um ensino ausente em muitas igrejas em nossos dias. Tem se pregado sermões superficiais que diluem a idéia do pecado, oferecendo muito e exigindo pouco demais. Temos visto "conversões" que não evidenciam, na prática, o fruto do arrependimento, ou seja, uma transformação, mudança radical de vida. (2Co 5.17; Mt 12.33). Eu não me dirijo somente ao não convertido, porque sou daqueles que crêem que a igreja precisa se arrepender muito antes que muita coisa de valor possa ser feita no mundo. Acredito firmemente que o baixo padrão de vida cristã está mantendo muita gente no mundo e nos seus pecados. Se o incrédulo vê que o povo cristão não se arrepende, não se pode esperar que ele se arrependa e se converta de seu pecado. Eu tenho me arrependido dez mil vezes mais depois que conheci a Cristo, do que em qualquer época anterior, e penso que a maioria dos cristãos precisa se arrepender de alguma coisa. Assim, quero pregar tanto para os cristãos como para os não-convertidos, tanto para mim mesmo quanto para aquele que nunca conheceu a Cristo como seu Salvador. Há cinco coisas que fluem do verdadeiro arrependimento: 1. Convicção. 2. Contrição. 3. Confissão de pecado. 4. Conversão. 5. Confissão de Cristo diante do mundo.(Dwight Lyman Moody)

2. Conversão. Jesus rejeitava, muitas vezes, aqueles que tentavam segui-lo. A um jovem rico que buscava o seu conselho, ele replicou com palavras tão fortes que o homem foi embora entristecido, não disposto a seguir Jesus a tão alto preço (Mt 19.16-22). A um importante líder religioso, Nicodemos, que tinha vindo louvando Jesus, o Senhor respondeu abruptamente: Você tem que nascer de novo, se quiser ao menos ver o reino de Deus (Jo 3.1-8)! Jesus pintava francamente as dificuldades em segui-lo e rejeitava todos os que tentavam fazê-lo de forma inadequada (Lc 9.57-62). Jesus pregou sobre o tema: "Não pode ser meu discípulo", discutindo abertamente a necessidade de calcular o custo antes de embarcar na vida de discípulo (Lc 14.25-33). Não era porque Jesus não quisesse seguidores. Ele veio ao mundo para buscar e salvar os perdidos (Lc 19.10). Ele estava profundamente comovido pelas multidões perdidas e ansiava pela sua conversão (Mt 9.35-38; Lc 19.40-41). Mas Jesus sabia que não seria fácil para os homens segui-lo e que eles estariam inclinados a enganarem-se a si mesmos, pensando que eram discípulos, quando não eram. O Senhor nunca deixou de declarar francamente o que a conversão real exige. Em duas ocasiões separadas, Jesus retratou a cena apavorante do julgamento, quando os homens condenados estivessem esperando ser aceitos por Deus, mas não seriam (Mt 7.21-23; Lc 13.22-30). Há muitos, que se consideram fiéis a Deus, que ele não aceita. É essencial examinarmo-nos. Talvez nos sintamos confiantes em nossa salvação, mas assim o fizeram aqueles de Mateus 7 e Lucas 13. O arrependimento, que é essencial à verdadeira conversão (At 2.38; 17.30), envolve morte ao pecado (Rm 6). A Bíblia o compara à morte e ressurreição de Cristo. Tem que haver uma mudança de estilo de vida radical. A Bíblia usa termos como matar o velho homem e revestir-se com o novo, e descreve com minúcias as mudanças exatas que precisam ser feitas (examine Efésios 4.17-32; Colossenses 3). Maus hábitos — embriaguez, imoralidade sexual, ira, ganância, orgulho, etc. — precisam ser eliminados da própria vida, ao passo que devem ser acrescentados o amor, a verdade, a pureza, o perdão e a humildade. Este é o resultado do arrependimento. Muitas pessoas tentam ser convertidas e converter outras, sem arrependimento. Elas ensinam um cristianismo indolor, que não exige sacrifício. Elas salientam as emoções, a felicidade e as bênçãos, porém pensam pouco sobre as mudanças reais que a conversão exige na vida diária da pessoa. Entendamos isto claramente: Não há conversão sem transformação. Aquele que creu e foi batizado, aquele que até mesmo foi aceito numa igreja e participa fielmente das atividades religiosas, mas que não se arrependeu, não é salvo. O arrependimento é um compromisso sério, determinado, para mudar sua própria vida.

SINÓPSE DO TÓPICO (2)

O texto de 2 Crônicas 7.14 revela a necessidade de Israel arrepender-se e converter-se.

III. AS RESPOSTAS DIVINAS AS ATITUDES DO POVO

1. “Ouvirei dos céus” (v.14). Deus ouve o clamor e oração sincera de um povo que se humilha e se põe diante de Deus de coração aberto a Ele. Só assim Ele perdoará pecados. Os olhos, os ouvidos e o coração de Deus estão perpetuamente atentos àqueles que se voltam a Ele e progridem na obediência sincera a Cristo. Nós fomos escolhidos em Cristo antes da fundação do mundo para sermos o seu povo, a sua herança peculiar, a sua possessão santa. Fomos resgatados da maldição da lei e do pecado, não por coisas corruptíveis como a prata e ouro, mas pelo precioso sangue de Jesus. Somos povo de Deus, e a arma mais poderosa que Deus colocou em nossas mãos é a oração, pois por meio dela nos comunicamos com nosso Deus. Deus sempre ouve nossas orações, mas, o que muitos não sabem ou não conseguem aceitar, é que, a promessa de Deus para responder a oração do homem é condicional. Em 1Pe 5.8 lemos a seguinte orientação: “Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar”. “Eu ouvirei”: o clamor angustiado manifestará compaixão por nós; e atenderá nossa oração.

2. “Perdoarei os seus pecados”. Para Deus perdoar as transgressões é necessário que o pecador se arrependa de verdade. Se não for um arrependimento real, não há como Deus mudar o homem. O pecado separa o homem de Deus. Seria como um grande muro de ferro, entre Deus e o homem. mas o arrependimento é mais forte que qualquer bomba ou arma. Destrói toda barreira mais forte que existe. Assim, nossos males estão mais ligados ao nosso coração, que ao nosso corpo físico. “Perdoarei seus pecados”: a presença, a paz, a verdade, a justiça e o poder de Deus será restaurado em nossa vida.

3. “Sararei a sua terra”. A terra como no passado, está doente. O mal do homem sempre foi ele mesmo. O diabo tem sua parcela de culpa, para cumprir o seu papel, mas ele é inútil e incapaz diante de homens retos e fieis. O homem tem amado mais o pecado que a Deus. Mais o prazer da vida, do que o prazer de estar em Deus. Sendo assim o mal assola a terra, ou melhor, o mundo, e vem com a ajuda do diabo como brinde. Mas essa é maior promessa: "Sararei a sua terra", isto quer dizer, que depois de sarar (a 1ª terra) a nossa alma e nosso espírito, ele sara a terra destruída ( a 2ª terra) pelo homem e faz tudo se tornar como novo. Porque a terra para ser restaurada, depende de um povo que esteja com um coração também sarado e transformado. “Sararei”: restaurará nossas famílias, nossos bens materiais, nossa vida espiritual, e tudo aquilo que um dia esteve enfermo, pois, o despertamento espiritual no coração daquele “que se chama pelo meu nome” estará em evidência.

SINÓPSE DO TÓPICO (3)

Deus promete responder ao quebrantamento do povo ouvindo as orações, perdoando os pecados e prosperando a terra.

(III. CONCLUSÃO)

Basta algumas ações! Se humilhar, orar, buscar e se converter! Essas ações demandam de alguém que crê que a mão de Deus se move diante de um coração contrito e quebrantado. Essas ações representam a estratégia para se conseguir a vitória sobre qualquer problema e a arma de luta dos vitoriosos. Essas ações permitem Deus agir da melhor forma diante do problema, porque expressamos pra Ele que somos pequenos demais diante da dificuldade, mas que Ele é soberano e permitimos que dele venha a solução. Essas ações são as ferramentas mais eficazes que temos para vencer.

APLICAÇÃO PESSOAL

Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar, e buscar a minha face – A conjunção “Se” [(latim se, acusativo do pronome reflexo sui,sibi,se) ‘No caso de, dando-se a circunstância de’; ‘Se acaso, se porventura’] é uma palavra que faz toda a diferença em uma sentença. Deus fala e conta com o seu povo, aqueles que são chamados pelo seu nome. Esta é uma palavra direcionada ao povo de Deus. Aos cristãos. Àqueles que professam fé em Seu filho Jesus Cristo. Àqueles que se dizem submissos ao Senhor Jesus Cristo; Àqueles que um dia confessaram a Jesus Cristo como seu Salvador pessoal; único e exclusivo. São esses que vão orar por aqueles que ainda não chegaram ao conhecimento da verdade de Deus. São muitos que chamam o nome de Deus, mas ainda não são povo de Deus. que se chama pelo meu nome. Sim, por que não são poucos, os que hoje, se chamam pelo Nome de Deus. Intitulam-se servos de Deus. Pra começar; servo é aquele que serve. Servo é aquele que se sujeita ao senhorio de seu senhor. Obedecendo a sua ordenança. Deus conta conosco para restauração do povo da terra. Este é o primeiro passo para que haja restauração na terra: a oração e súplica. Assim como antes de plantar, o agricultor prepara a terra fortalecendo-a, todo o povo de Deus precisa se fortalecer e se preparar para levar o evangelho em constante oração.

Crendo N’Aquele que é galardoador dos que o buscam (Hb 11.6),

Francisco A Barbosa

auxilioaomestre@bol.com.br

EXERCÍCIOS

1 .O que significa humilhar-se?

R. É submeter-se, sujeitar-se a alguém.

2. De acordo com a lição, como o homem deve chegar-se a Deus?

R. Com um espírito humilde, reconhecendo-se uma criatura pecadora, indigna de estar em sua presença e carente de sua misericórdia, graça e perdão.

3. Qual a recomendação divina para a restauração do seu povo?.

R. Orar, suplicar e buscar a face dEle.

4. Defina conversão.

R. Mudança de rumo, transformação de palavras, atitudes, pensamentos, vontades e sentimentos.

5. Cite três respostas divinas às atitudes do povo.

R. Ouvir as orações, perdoar os pecados e sarar a terra.

Boa aula!

BIBLIOGRAFIA PESQUISADA

- Lições Bíblicas 4º Trim. Livro do Mestre CPAD (http://www.cpad.com.br);

- Stamps, Donald. Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD;

- Bíblia de Estudo Plenitude - Revista e Corrigida. Editora Sociedade Bíblica do Brasil (SBB); Dinâmica do Reino – Oração; pág 565;

- Bíblia de Estudo Genebra. São Pulo e Barueri, Cultura Cristã e SBB, 1999;

- BIBLIA TEB, Edições Loyola, 1ª edição;

- (HORTON, Stanley M (ed). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro. 12.ed. CPAD, 2009, pp. 600-1).

- Teologia Sistemática De Hodge - Charles Hodge, Hagnos;

- http://hernandesdiaslopes.com.br/2009/02/a-presenca-de-deus-a-maior-necessidade-da-igreja/;

- Arrependimento é Deixar o Pecado por Dwight Lyman Moody. http://www.monergismo.com/textos/arrependimento/moody_arrependimento.htm

Autorizo a todos que quiserem fazer uso dos subsídios colocados neste Blog. Solicito, tão somente, que indiquem a fonte e não modifiquem o seu conteúdo. Agradeceria, igualmente, a gentileza de um e-mail indicando qual o texto que está utilizando e com que finalidade (estudo pessoal, na igreja, postagem em outro site, impressão, etc.).

auxilioaomestre@bol.com.br

2 comentários:

  1. Paz meu irmão.
    Excelente subsídio, vou utilizá-lo como complemento em minha aula de domingo na EBD na IEAD-Curitiba-Fazendinha.
    Deus continue lhe abençoando ricamente.
    Sou seu seguidor e fã.

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  2. Ótimo material, irei utilizá-lo. Paz

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