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26 de junho de 2012

Lição 1 - No mundo tereis aflições


Lições Bíblicas do 3º Trimestre de 2012 - CPAD - Jovens e Adultos
Título: Vencendo as aflições da vida — Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva.
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto

LIÇÃO 01
No mundo tereis aflições
 de Julho de 2012

TEXTO ÁUREO

Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo(Jo 16.33). – Mesmo em meio à perseguição há uma paz alegre na certeza da vitória em Cristo (Is 9.6; Rm5.1; Ef 2.14; 2Tm 3.12; Rm 8.37; 1Jo 4.4).

VERDADE PRÁTICA
Mesmo sofrendo as consequências da queda, sabemos que Deus está no controle de todas as coisas.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
João 16.20,21,25-33.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
  • Descrever as aflições do tempo presente;
  • Responder “por que o crente sofre?”; e
  • Conscientizar-se de que podemos crescer e desfrutar da paz do Senhor no sofrimento.

Palavra Chave
Mundo: [gr. kosmos, ordem, beleza; do lat. mundus, puro] É a terra e o conjunto de todas as coisas criadas por Deus. Frequentemente é usado para querer dizer a soma de experiência humana na história, ou a 'condição humana' em geral. Especialmente num contexto metafísico, também pode referir a tudo que compõe a realidade.

COMENTÁRIO

introdução
Prezados amigos do Blog Auxílio ao Mestre, pela imensa graça do Soberano Deus, damos início ao terceiro trimestre de 2012 com o tema “Vencendo as aflições da vida — Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas”, escrita pelo Pr. Eliezer de Lira e Silva, membro do ministério da IEAD em Curitiba, Comentarista das revistas de Escola Dominical - Lições Bíblicas da CPAD, Bacharel em Teologia, fundador e diretor do Projeto Missionário “Ide e Ensinai” em Moçambique, conferencista na área de liderança ministerial e com casais.
Não são poucas as afirmações equivocadas de que “o crente não sofre neste mundo”. Porém, o Pr Eliezer discorre na presente lição exatamente o contrário daquilo que estão alardeando em nossos púlpitos. A vida que Jesus prometeu aos crentes não é uma vida somente de prazeres, mas Ele avisou que teríamos tribulações (Jo 16.33). A Bíblia mostra que, ao contrário daquilo que muitos andam pregando, exatamente por sermos crentes, enfrentaremos aflições (2Tm 3.12; Mt 10.22; Jo 15.20; At 14.22). Estamos sujeitos aos acontecimentos de ordem natural, econômica e física no mundo que habitamos, os quais não se abatem apenas sobre os ímpios, mas também se sobrepõem aos crentes fiéis. Boa aula!
I. AS AFLIÇÕES DO TEMPO PRESENTE
1. De ordem natural. Presenciamos uma desordem nunca antes vista na natureza. Apesar dos falsos alarmes, não podemos ignorar a devastação provocada pela ação irresponsável do homem. As dores de parto estão se amiudando, ficando mais intensas, mais fortes, mais preocupantes. A Bíblia diz que a criação geme e está com “dores de parto” pelo que o ser humano tem-lhe feito (Rm 8.22). A violência explode em todo o mundo. Violência no trânsito; violência sexual; violência contra a vida; contra a mulher; contra crianças. Milhões de homens, mulheres e crianças obrigados a um exílio forçado pelas circunstâncias, em várias partes do mundo. Tribos em guerra fratricida. Milhares fugindo de ditaduras, de perseguições. Fugindo dos próprios compatriotas, da terra natal, de suas origens. Fugindo sem destino certo, sem rumo. Nas maiores cidades do Brasil as autoridades se declaram incompetentes diante das atrocidades de gangues. São problemas de ordem natural que sobrecaem não apenas aos infiéis.
2. De ordem econômica. Outra aflição que se abate sobre o mundo é a de ordem financeira. A crise econômica internacional empobrece países, nações e famílias. Quantos não deram cabo da própria vida porque, da noite para o dia, descobriram que perderam todos os bens? Em nosso país, milhões de pessoas sobrevivem com menos de um salário mínimo. A pobreza, a fome e a miséria continuam a flagelar vidas ao redor do mundo, inclusive as dos servos de Deus (Mc 12.41-44). As Escrituras apresentam como sendo a nossa porção nesta vida: "Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo" (Jo 16.33); "Por muitas tribulações nos importa entrar no reino de Deus" (At 14.22); "Para que ninguém seja abalado por estas tribulações; porque vós mesmos sabeis que para isto fomos destinados" (1Ts 3.3). As nossas aflições são determinadas por Deus, com o objetivo de produzirem frutos para o nosso bem e para a Sua glória.
3. De ordem física. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, doenças como câncer, hepatite, hipertensão arterial, depressão e obesidade são consideradas as pragas do século XXI. Essa informação traz-nos algumas indagações: Será que o crente fiel não é vítima de câncer? Ou não desenvolve a depressão e não sofre de hipertensão arterial? Não precisamos de muito esforço para reconhecer que as enfermidades também atingem os salvos e são consequência da queda (Rm 6.23). Mesmo cientes de que as doenças acometem igualmente o servo de Deus, é impossível ignorar que há enfermidades de natureza espiritual e oriundas de práticas pecaminosas (Mt 9.32,33; Jo 5.14,15). Como uma decorrência da queda de Adão e Eva. Embora a Bíblia não discuta claramente a origem do mal, Ela declara a estreita relação entre a queda da humanidade e o advento do sofrimento. Pelo pecado entrou a morte e o sofrimento no mundo (Gn 3.16-19; Rm 5.12). Entretanto, todo sofrimento não nos é causado por estarmos em pecado (Sl 34.19; Pv 11.31; Sl 73.13-15; 44.17-18,20-22), mas por permissão divina, para cumprir Seus propósitos

SINOPSE DO TÓPICO (I)
As aflições do tempo presente são representadas pelas crises de ordem natural, econômica e física. Malefícios que acometem igualmente o servo de Deus.

II. POR QUE O CRENTE SOFRE
1. A queda. O sofrimento é algo comum a todos os homens, sejam ímpios sejam justos. Uma razão para a existência do mal é a queda humana. Deus fez um mundo perfeito (Gn 1.31), mas a transgressão de Adão trouxe a tristeza, a dor e a morte (Gn 3.16-19; Rm 5.12). Por isso, todos estão igualmente sujeitos ao sofrimento (Rm 2.12; 8.22). O crente experimenta sofrimento como uma decorrência da queda de Adão e Eva. Quando o pecado entrou no mundo, entrou também a dor, a tristeza, o conflito e, finalmente, a morte sobre o ser humano (Gn 3.16-19). A Bíblia afirma o seguinte: “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram” (Rm 5.12). Realmente, a totalidade da criação geme sob os efeitos do pecado, e anseia por um novo céu e nova terra (Rm 8.20-23; 2Pe 3.10-13). É nosso dever sempre recorrermos à graça, fortaleza e consolo divinos (cf. 1Co 10.13).
2. A degeneração humana. Com a queda no Éden, o homem sofreu um processo de degeneração moral, social e espiritual. Tal degradação, observada na vida de Caim (Gn 4.8-16), Lameque (Gn 4.23,24) e de toda aquela geração, levou Deus a destruir o mundo pelo dilúvio (Gn 6.1-7.24). O relato bíblico mostra claramente a corrupção humana e o aparecimento do ódio, da violência, das guerras e de todos os atos que contrariam a vontade divina. Não é exatamente essa a situação da sociedade atual? A humanidade acha-se em franca rebelião contra Deus (Rm 3.23). Certos crentes sofrem pela mesma razão que os descrentes sofrem, isto é, conseqüência de seus próprios atos. A lei bíblica “Tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6.7) aplica-se a todos de modo geral. Se guiarmos com imprudência o nosso automóvel, poderemos sofrer graves danos. Se não formos comedidos em nossos hábitos alimentares, certamente vamos ter graves problemas de saúde. É nosso dever sempre proceder com sabedoria e de acordo com a Palavra de Deus e evitar tudo o que nos privaria do cuidado providente de Deus.
3. O novo nascimento e o sofrimento. A experiência pessoal e genuína do novo nascimento gera no crente uma natureza oposta a da queda (1 Jo 5.1,19). Entretanto, apesar de ter nascido de novo, o crente em Jesus não deixa de experimentar o sofrimento, pois, como disse Agostinho de Hipona: “A permanência da concupiscência em nós é uma maneira de provarmos a Deus o nosso amor a Ele, lutando contra o pecado por amor ao Senhor; é, sobretudo, no rompimento radical com o pecado que damos a Deus a prova real do nosso amor”. Assim, experimentamos o sofrimento porque habitamos um corpo que ainda não foi transformado, mas que espera a sua plena glorificação (1 Co 15.35-58). O crente também sofre, pelo menos no seu espírito, por habitar num mundo pecaminoso e corrompido. Por toda parte ao nosso redor estão os efeitos do pecado. Sentimos aflição e angústia ao vermos o domínio da iniquidade sobre tantas vidas (Ez 9.4; At 17.16; 2Pe 2.8). É nosso dever orar a Deus para que Ele suplante vitoriosamente o poder do pecado.

SINOPSE DO TÓPICO (II)
A Queda e a degeneração humana são as chaves para se compreender a realidade do sofrimento.

III. O CRESCIMENTO E A PAZ NAS AFLIÇÕES
1. A soberania divina na vida do crente. A soberania divina na existência do crente garante-lhe que os olhos de Deus sondem-lhe a vida por inteiro. Somos em suas mãos o que o vaso é nas mãos do oleiro (Jr 18.4). Por isso, você pode falar como o salmista: “Eu me alegrarei e regozijarei na tua benignidade, pois consideraste a minha aflição; conheceste a minha alma nas angústias” (Sl 31.7). Querido irmão, querida irmã, não se desespere! O Senhor, Criador dos céus e da terra, cuida inteiramente de você e dos seus, porque “a terra é do Senhor e toda a sua plenitude” (1 Co 10.26). Deus pode usar o sofrimento como catalizador para o nosso crescimento ou melhoramento espiritual. (a) Freqüentemente, Ele emprega o sofrimento a fim de chamar a si o seu povo desgarrado, para arrependimento dos seus pecados e renovação espiritual (ver o livro de Juízes). É nosso dever confessar nossos pecados conhecidos e examinar nossa vida para ver se há alguma coisa que desagrada o Espírito Santo. (b) Deus, às vezes, usa o sofrimento para testar a nossa fé, para ver se permanecemos fiéis a Ele. A Bíblia diz que as provações que enfrentamos são “a prova da vossa fé” (Tg 1.3; ver 1.2 nota); elas são um meio de aperfeiçoamento da nossa fé em Cristo (ver Dt 8.3 nota; 1Pe 1.7 nota). É nosso dever reconhecer que uma fé autêntica resultará em “louvor, e honra, e glória na revelação de Jesus Cristo” (1Pe 1.7). (c) Deus emprega o sofrimento, não somente para fortalecer a nossa fé, mas também para nos ajudar no desenvolvimento do caráter cristão e da retidão. Segundo vemos nas cartas de Paulo e Tiago, Deus quer que aprendamos a ser pacientes mediante o sofrimento (Rm 5.3-5; Tg 1.3). No sofrimento, aprendemos a depender menos de nós mesmos e mais de Deus e da sua graça (ver Rm 5.3 nota; 2Co 12.9 nota). É nosso dever estar afinados com aquilo que Deus quer que aprendamos através do sofrimento. (d) Deus também pode permitir que soframos dor e aflição para que possamos melhor consolar e animar outros que estão a sofrer (ver 2Co 1.4 nota). É nosso dever usar nossa experiência advinda do sofrimento para encorajar e fortalecer outros crentes.
2. Tudo coopera para o bem. A vontade de Deus para as nossas vidas é boa, perfeita e agradável (Rm 12.2). O escritor aos Hebreus reconhece que o Senhor, muitas vezes, usa a provação para corrigir-nos e fazer brotar em nossa vida o “fruto pacífico de justiça” (Hb 12.3-11). No exercício desse processo, crescemos como pessoas e servos de Deus, aprendendo na faculdade das aflições da vida. Assim, podemos dizer inequivocamente que “todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto” (Rm 8.28). Finalmente, Deus pode usar, e usa mesmo, o sofrimento dos justos para propagar o seu reino e seu plano redentor. Por exemplo: toda injustiça por que José passou nas mãos dos seus irmãos e dos egípcios faziam parte do plano de Deus “para conservar vossa sucessão na terra e para guardar-vos em vida por um grande livramento” (Gn 45.7). O principal exemplo, aqui, é o sofrimento de Cristo, “o Santo e o Justo” (At 3.14), que experimentou perseguição, agonia e morte para que o plano divino da salvação fosse plenamente cumprido. Isso não exime da iniqüidade aqueles que o crucificaram (At 2.23), mas indica, sim, como Deus pode usar o sofrimento dos justos pelos pecadores, para seus próprios propósitos e sua própria glória.
3. Desfrutando a paz do Senhor. Olhar para o sofrimento e a aflição humana e, paradoxalmente, desfrutar da paz de Cristo, parece-nos loucura! Mas não o é quando entendemos que Deus age segundo o conselho da sua vontade, visando sempre o bem e o crescimento dos seus filhos. O deserto da vida não é percorrido sob a ilusão mágica da “sombra e água fresca”, mas com os pés firmes na realidade desértica do sol escaldante (Rm 5.1-5; Fp 4.7). Nesse interregno, porém, desfrutamos a bondade, a misericórdia e a proteção do Criador dos céus e da terra. Mesmo vivendo em um mundo de aflições, podemos experimentar a paz que excede todo o entendimento e cantar em alto e bom som o coro do hino 178 da Harpa Cristã: “Paz, paz/ gloriosa paz/ Paz, paz/ perfeita paz/ desde que Cristo minh'alma salvou/ tenho doce paz!”. O primeiro fato a ser lembrado é este: Deus acompanha o nosso sofrer. Satanás é o deus deste século, mas ele só pode afligir um filho de Deus pela vontade permissiva de Deus. Deus promete na sua Palavra que Ele não permitirá sermos tentados além do que podemos suportar (1Co 10.13). Temos também de Deus a promessa que Ele converterá em bem todos os sofrimentos e perseguições daqueles que o amam e obedecem aos seus mandamentos (ver Rm 8.28 nota). José verificou esta verdade na sua própria vida de sofrimento (cf. Gn 50.20), e o autor de Hebreus demonstra como Deus usa os tempos de apertos da nossa vida para nosso próprio crescimento e benefício (ver Hb 12.5). Além disso, Deus promete que ficará conosco na hora da dor; que andará conosco “pelo vale da sombra da morte” (Sl 23.4; cf. Is 43.2).

SINOPSE DO TÓPICO (III)
O crente em Jesus pode crescer na graça e desfrutar a paz de Deus em meio ao sofrimento. O Senhor é soberano e tudo coopera para o bem daqueles que O amam.

CONCLUSÃO
Neste mundo, estamos sujeitos às aflições e sofrimentos de qualquer espécie. A vida cristã envolve períodos difíceis e trabalhosos. No entanto, se a nossa expectativa estiver na soberania de Deus e no seu bem, desfrutaremos, mesmo que andemos em aflição, da mais perfeita e sublime paz de Cristo. Que ao longo desse trimestre, o Todo-Poderoso ilumine-lhe a mente e o coração para deleitar-se em sua eterna e maravilhosa graça. Cruzando o deserto do sofrimento, devemos examinar qual é a razão dese sofrimento e ver em que sentido o sofrimento concerne a você. Creia que Deus se importa sobremaneira com você, independente da severidade das suas circunstâncias (Rm 8.36; 2Co 1.8-10; Tg 5.11; 1Pe 5.7). O sofrimento nunca deve nos levar a concluir que Deus não nos ama. Deus dará a graça necessária para suportar a aflição até chegar o livramento (1Co 10.13; 2Co 12.7-10).

N’Ele, que me garante: "Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus” (Ef 2.8),
Campina Grande, PB
Junho de 2012,
Francisco de Assis Barbosa,


EXERCÍCIOS
1. O que não podemos ignorar em relação à desordem da natureza?
R. A devastação provocada pela ação irresponsável do homem.
2. As enfermidades como câncer, hipertensão arterial, dentre outras, podem atingir o crente? Por quê?
R. Sim. As enfermidades também atingem os salvos e são consequência da queda.
3. Que tipo de processo o homem sofreu no Éden?
R. Um processo de degeneração moral, social e espiritual.
4. Apesar de nascido de novo, o crente deixa de experimentar o sofrimento?
R. Não. Apesar de ter nascido de novo, o crente em Jesus não deixa de experimentar o sofrimento.
5. Você pode, mesmo no sofrimento, desfrutar da paz do Senhor?
R. Mesmo vivendo em um mundo de aflições, podemos experimentar a paz que excede todo o entendimento.


NOTAS BIBLIOGRÁFICAS
TEXTOS UTILIZADOS:
-. Lições Bíblicas do 3º Trimestre de 2012, Jovens e Adultos, Vencendo as aflições da vida — Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas; Comentarista: Eliezer de Lira e Silva; CPAD;

OBRAS CONSULTADAS:
-. Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD;
-. Bíblia de Estudo Plenitude, Barueri, SP; SBB 2001;
-. Bíblia de Estudo Palavra Chave Hebraico e Grego, - 2ª Ed.; 2ª reimpr. Rio de Janeiro: CPAD, 2011;
-. Bíblia de Estudo Genebra, São Paulo e Barueri, Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999;
-. Bíblia de Estudo Palavra Chave Hebraico e Grego, - 2ª Ed.; 2ª reimpr. Rio de Janeiro: CPAD, 2011;
-. COLSON, C.; PEARCEY, N. E Agora Como Viveremos? 2.ed., RJ: CPAD, 2000;
-. RHODES, R. Por que coisas ruins acontecem se Deus é bom? 1.ed., RJ: CPAD, 2010.


Os textos das referências bíblicas foram extraídos do site http://www.bibliaonline.com.br/ , na versão Almeida Corrigida e Revisada Fiel, salvo indicação específica.
Autorizo a todos que quiserem fazer uso dos subsídios colocados neste Blog. Solicito, tão somente, que indiquem a fonte e não modifiquem o seu conteúdo. Agradeceria, igualmente, a gentileza de um e-mail indicando qual o texto que está utilizando e com que finalidade (estudo pessoal, na igreja, postagem em outro site, impressão, etc.).
Francisco de Assis Barbosa

19 de junho de 2012

LIÇÃO 13 - A FORMOSA JERUSALÉM


Lições Bíblicas do 2º Trimestre de 2012 - CPAD - Jovens e Adultos
“As Sete Cartas do Apocalipse — A mensagem Final de CRISTO à Igreja”.
Comentários da revista da CPAD: Pr. Claudionor Correa de Andrade
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto

LIÇÃO 13
A FORMOSA JERUSALÉM
24 de Junho de 2012

TEXTO ÁUREO

Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça(2 Pe 3.13). – O crente deve estar convicto de que as coisas deste mundo não é o fim da jornada. Nosso fim está muito além, na cidade preparada por Deus para os seus servos fiéis. Estamos apenas de passagem neste mundo, caminhado rumo ao nosso verdadeiro lar no céu. Contrariamente ao evangelho que se anda pregando por aí, não devemos esperar por segurança nas coisas terreais nem nos fascinar por elas; somos estrangeiros e exilados na terra, já que aqui não é a nossa pátria; o fim de nossa peregrinação será uma pátria muito melhor, a Jerusalém celestial, a cidade permanente! (Hb 12.22; 13.14).

VERDADE PRÁTICA
O melhor da Jerusalém Celeste é que estaremos para sempre com Jesus.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Apocalipse 21.9-18

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
  • Compreender o que é a Jerusalém Celeste;
  • Elencar as principais características da Nova Jerusalém; e
  • Conscientizar-se de que a Nova Jerusalém será um Estado perfeito e eterno.

Palavra Chave
Nova Jerusalém: Cidade Celeste preparada por Deus para morada dos santos.

COMENTÁRIO

introdução
Chegamos ao fim de mais um trimestre de nossa escola bíblica dominical, com um assunto vibrante e cativador. Estivemos todos os domingos reunidos, debruçados em temas instigantes que, embora ainda desconhecido de muitos, é tema de suma importância para a vida cristã, pois trata de nosso futuro, da nossa vida futura como reflexo do reino de Deus já vivenciado hoje. Chegamos hoje, sabendo que Deus tem algo muito melhor reservado para nós, a bênção final dos redimidos. Nossa esperança deve estar hoje mais firmada na vida eterna com Deus numa pátria celestial, mantendo os olhos fixos na nossa cidadania no novo céu e na nova terra. Aproveitemos bem esta aula para dirimir todas as dúvidas que ainda persistam quanto ao nosso futuro com Deus e para fortalecer a fé daqueles que ainda estão presos as coisas terreais e já não pensam mais nas moradas que Jesus nos foi preparar na casa do Pai. Boa aula!


I. O QUE É A JERUSALÉM CELESTE
1. Mais sublime que os céus. Para apagar todos os sinais do pecado, Deus então destruirá a terra e o universo tal qual conhecemos. O céu e a terra serão abalados e desaparecerão como fumaça; as estrelas se derreterão e os elementos serão dissolvidos (veja 2Pe 3.7,10,12; Ag 2.6; Hb 12.26-28; Is 51.6). A terra renovada será então a habitação dos homens e de Deus. A Nova Jerusalém, que agora está no céu (Gl 4.26), descerá à terra e será a sede do governo divino, onde Deus habitará eternamente com o seu povo (Lv 26.11,12; Jr 31.33; Ez 37.27; Zc 8.8). Tão sublime é a Cidade de Deus, que não temos palavras para descrevê-la. Referindo-se aos bens que nos aguardam na eternidade, declara Paulo: “As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam” (1 Co 2.9).
2. A casa de meu pai. Ao consolar os discípulos, promete-lhes o Senhor Jesus: “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos lugar” (Jo 14.2). Céu é o termo bíblico para designar o lugar da habitação de Deus, o lugar de sua presença para onde o Cristo glorificado retornou (At 1.11). Hebreus 12.22-25 afirma que é no céu o lugar onde a igreja militante e a igreja triunfante se unem para o culto. Uma tradução mais adequada para “morada” seria “salas”, transmitindo a ideia de que existe um amplo espaço no céu para aqueles que vão a Jesus, como o Salvador.
3. A Nova Jerusalém. Desta maneira, o apóstolo Paulo descreve a cidade divina: “Mas a Jerusalém que é de cima é livre, a qual é mãe de todos nós” (Gl 4.26) – a Jerusalém verdadeira está nos céus, onde Cristo está (Hb 12.22; Ap 21.2). Temos chegado nesta Jerusalém celestial, pela fé, onde podemos entrar no Santo dos Santos e cultuar a Deus. A Nova Jerusalém é tão especial que a Palavra de Deus diz que não nos lembraremos de mais das coisas passadas (Is 65.17).

SINOPSE DO TÓPICO (I)
A Nova Jerusalém foi preparada por Deus para abrigar todos os santos.

II. AS CARACTERÍSTICAS DA NOVA JERUSALÉM
1. É um lugar real. Ela foi descrita rica e detalhadamente por João. Leia o capítulo 21 do Apocalipse. A nova Jerusalém está agora no céu e dentro em breve descerá à terra como a cidade de Deus, que Abraão e todos os fiéis esperavam, da qual Deus é o arquiteto e construtor (Fp 3.20; Hb 11.10, 13,16).
2. Arquitetura. A Nova Jerusalém foi ideada e construída pelo próprio Deus (Hb 11.10). Se o mundo natural já é belo e cheio de deslumbres, o que não diremos do sobrenatural? Você anseia pela cidade edificada por Deus? "E a cidade estava situada em quadrado; e o seu comprimento era tanto como a sua largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento, largura e altura eram iguais" (Ap 21.16). Não há pretensão minha em ser exato neste cálculo, e nem importa tanto o seu coeficiente: cada estádio media aproximadamente 178 metros pelo sistema israelita. Multiplicando 12.000 x 178 temos 2.136 Km de comprimento, o mesmo para a sua altura e largura, temos um volume maior que o de Plutão!
3. Formato. Deus construiu a Nova Jerusalém como um cubo perfeito, segundo João no-la descreve: “E a cidade estava situada em quadrado; e o seu comprimento era tanto como a sua largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento, largura e altura eram iguais” (Ap 21.16). O tamanho da cidade indica que ela possui espaço suficiente para os salvos glorificados de todos os tempos. É interessante notar os que, no Tabernáculo do Antigo Testamento, o Santo dos Santos, onde Deus se encontrava com o seu povo, formava um cubo perfeito, e isso nos ensina que a cidade inteira ficará cheia da glória de Deus e da santidade de Deus. 144 côvados, ou seja, doze vezes doze côvados. Todas as medidas da cidade mostram associações com as doze tribos de Israel e os doze apóstolos. “Doze” designa, simbolicamente, o povo de Deus.
4. Materiais. Iluminada pela glória de Deus, sua luz tem a resplandecência do jaspe. Além disso, ela é feita de ouro puro e, como fundamento, possui doze pedras preciosas. Estes materiais preciosos utilizados na construção da cidade magnificam sua beleza e glória e a maneira como ela reflete a beleza de Deus que enche a cidade com a sua glória. Esta lista também alude às doze pedras do peitoral de Arão (Êx 28.15-21); aquelas prerrogativas que no AT pertenciam apenas à classe sacerdotal pertencem agora à cidade inteira. Ela não precisa de templo, porque o seu santuário é o Deus Todo-Poderoso e o Cordeiro. A presença e a comunhão íntima com Deus permearão toda a cidade santa, e não apenas um templo (Ap 21.22). Em cumprimento a Isaías 60.19,20, também não carece de sol nem de lua, porque o Filho de Deus é a sua lâmpada (Ap 21.23). E como ali não haverá noite, suas portas jamais se fecharão. Aleluia!

SINOPSE DO TÓPICO (II)
Deus é o construtor da Nova Jerusalém, por isso ela é uma cidade santa, perfeita e esplendorosa onde os remidos do Senhor vão habitar para todo o sempre.

III. O PERFEITO ESTADO ETERNO
A Bíblia revela muito pouco do estado eterno. Como Deus descreverá a eternidade para nós que somos tão limitados? Não alcançaríamos a revelação, o pouco que a Bíblia nos relata já é difícil compreendermos. Veremos a descrição da Nova Jerusalém, porém ela já estará disponível aos santos glorificados durante o Milênio. Nos capítulos 21 e 22 a Nova Jerusalém é descrita como será vista na “eternidade futura”; é a cidade que Jesus foi preparar para nós (Jo 14.2,3).
1. Um governo perfeito. O seu governante é o próprio Deus na pessoa de seu amado Filho. Tudo será administrado com perfeição máxima. A nova Jerusalém é onde está o trono de Deus (Ap 22.3-4); o trono fala da soberania e do governo de Deus. O Senhor governa sobre essa igreja. Ela é comandada por aquele que está no trono. Ela é submissa, fiel. Esse é um trono de amor. Os súditos também são reis. Eles obedecem prazerosamente.
2. Habitantes perfeitos. Os redimidos de todas as eras lá estarão. Ali, os patriarcas, profetas e apóstolos receberão elevadas distinções (Lc 13.28; Ap 21.14). As tribos de Israel serão igualmente honradas (Ap 21.12). Entre os habitantes da Nova Jerusalém, estarão também as nações (Ap 21.24). Isso significa que a cidade não será afetada pelo enfado, nem pela monotonia. Ela será espiritual e intelectualmente estimulante. "Os seus servos o servirão". Nosso trabalho será deleitoso. Vamos servir Aquele que nos serviu e deu a sua vida por nós. Os salvos entrarão no descanso de DEUS (Hb 4:9). Os salvos descansarão de suas fadigas (Ap 14:13), não porém de seu serviço.
3. Conhecimento perfeito. O que Deus tem preparado para nós só pode ser algo que ainda não pode ser descrito ou decifrado humanamente em palavras, como o próprio apóstolo Paulo nos disse em 1º Coríntios 2.9: "Mas, como está escrito:As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu,e não subiram ao coração do homem, são [todas] as [coisas] que Deus preparou para os que o amam." Foi através do “fundamento dos apóstolos... sendo Cristo Jesus a pedra angular”, que “a multiforme sabedoria de Deus se tornou conhecida”. A sabedoria de Deus, que é Jesus (Cl 2.1,3), o qual se tornou por Deus sabedoria, justificação, santificação e redenção para nós (1Co 1.30), essa sabedoria, concretizada em todos os séculos, passada aos homens em nosso século (período da Igreja), foi dada aos apóstolos para que eles fizessem o fundamento citado em Efésios 2.20, na Jerusalém Celeste, teremos a eternidade para estar com e adorar a Cristo, e explorar-lhe o infinito conhecimento. Já imaginou um estudo teológico de milhões de anos? Sim, lá seremos teólogos perfeitos. Hoje, conhecemos a Deus apenas em parte (1 Co 13.12). Mas ali, na Nova Jerusalém, a eternidade não será suficiente para conhecermos o Pai (Rm 11.33). Aleluia!
4. Comunhão perfeita. A Eternidade oferecerá finalmente a reconciliação completa entre o homem e Deus. Finalmente a comunhão quebrada do primeiro jardim (Gn 3) será restaurada completa e eternamente. Então, jamais Satanás ou o homem poderá quebrar esta comunhão. O resultado desta preciosa comunhão é um mundo sem lágrimas, pois somente Deus pode enxugar nossas lágrimas: “Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas” (21.4). "Contemplarão a sua face...". O que mais ambicionamos no céu não são as ruas de ouro, os muros de jaspes luzentes, não são as mansões ornadas de pedras preciosas, mas contemplar a face do Pai! Céu é intimidade com DEUS. Esta é a esperança e a meta da salvação individual em toda a Escritura: a contemplação de Deus. Ele nos salvou não apenas para irmos para o céu, mas para reinarmos com ele no céu. Ele não apenas nos levará para a glória, mas também para o trono.
5. Amor perfeito. Nossa comunhão será perfeita, porque o nosso amor também será perfeito. Escreve Paulo: “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o amor” (1 Co 13.13). Lá, não precisaremos de fé, porque estaremos frente à frente com o Pai Celeste (1 Jo 3.2). Também não precisaremos de esperança, porque comungaremos para sempre com o tão esperado Jesus. Mas, quanto ao amor, o que podemos dizer? A eternidade não será o bastante para declararmos ao Noivo o quanto o amamos. A eternidade será um estado de Gozo e Paz perfeitos. Deus criará novos Céus e nova Terra adaptados para a eternidade (Ap 21.1). A Nova Jerusalém estará nesta nova Terra e Deus habitará nela (Ap 21. 2,3). Veremos a face do Senhor para sempre e o serviremos (Ap 22.3,4). Passaremos a eternidade com o Nosso Senhor! Aleluia! Após o Juízo Final e a criação do novo Céu e da nova Terra, Deus introduzira os seus filhos na eternidade; tudo estará feito; ou seja, a restauração total dos Céus e da Terra e de todos os que nela habitam. O problema do pecado e da morte jamais retornará! (Ap 21.5-7).

SINOPSE DO TÓPICO (II)
A Nova Jerusalém será um Estado não somente perfeito, mas igualmente eterno.

CONCLUSÃO
Creio, de acordo com o ensino das Escrituras, que todos quantos forem justificados pela fé no nome do nosso Senhor Jesus Cristo, viverão corporalmente na eternidade, na presença de Deus, no pleno gozo das bem-aventuranças celestiais; e que aqueles que, pela sua impenitência e incredulidade, rejeitarem a oferta da graça e misericórdia de Deus, em Cristo, viverão corporalmente na eternidade, afastados da glória de Deus e em sofrimento eterno. (Sl 16.11; Mt 25.46; Jo 14.2); Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente (Sl 16.11); E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna (Mt 25.46); Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. (JO 14.2). Este estado de eterna glória, em que Deus já terá enxugado as lágrimas de todos os salvos, jamais findará. Jesus Cristo entregará o Reino ao Pai. Haverá um novo céu e uma nova terra onde habitará a justiça. Não haverá mais tristeza, nem ódio nem dor, nem lembranças amargas do passado. Não haverá mais noite e o tempo cronológico provavelmente deixará de existir. Todos os salvos de todas as épocas se reconhecerão e estarão juntos eternamente. O puro e perfeito amor será desfrutado na sua inteireza. Acredito que não haverá mais a possibilidade de pecar. Os salvos serão unidos ao Senhor de maneira perfeita, física (corpo ressurreto e incorruptível) e espiritualmente, nas suas frontes estará gravado o Seu nome.
N’Ele, que me garante: "Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus” (Ef 2.8),
Campina Grande, PB
Junho de 2012,
Francisco de Assis Barbosa,


EXERCÍCIOS
1. Por que a Jerusalém Celeste é mais sublime que os céus?
R. Ela é mais sublime do que os céus, porque estes são insuficientes para receber a Noiva do Cordeiro. Por isso, Deus formará um novo céu, quando consumar a atual criação.
2. Como o apóstolo Paulo descreve a cidade divina?
R. Desta maneira, o apóstolo Paulo descreve a cidade divina: “Mas a Jerusalém que é de cima é livre, a qual é mãe de todos nós” (Cl 4.26).
3. Quem é o construtor da Nova Jerusalém?
R. Deus, o Todo-Poderoso.
4. Explique, de acordo com a lição, a realidade da Jerusalém Celeste.
R. Ela é real e foi descrita rica e detalhadamente por João no capítulo 21 do Apocalipse.
5. Na Jerusalém Celeste, será possível reconhecer uns aos outros? Explique.
R. Sim, lá conheceremos os patriarcas, profetas e apóstolos. E não deixaremos de reconhecer nossos irmãos, amigos e parentes que morreram na esperança da vida eterna. O rico reconheceu a Lázaro no paraíso (Lc 16.23) e o Senhor transfigurado foi igualmente reconhecido pelos discípulos (Mt 17.1-4).

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NOTAS BIBLIOGRÁFICAS
TEXTOS UTILIZADOS:
-. Lições Bíblicas do 2º Trimestre de 2012, Jovens e Adultos, As Sete Cartas do Apocalipse — A mensagem final de Cristo à Igreja; Comentarista: Claudionor de Andrade; CPAD;

OBRAS CONSULTADAS:
-. Bíblia de Estudo Plenitude, Barueri, SP; SBB 2001;
-. Bíblia de Estudo Palavra Chave Hebraico e Grego, - 2ª Ed.; 2ª reimpr. Rio de Janeiro: CPAD, 2011;
-. Bíblia de Estudo Genebra, São Paulo e Barueri, Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999;
-. Bíblia de Estudo Palavra Chave Hebraico e Grego, - 2ª Ed.; 2ª reimpr. Rio de Janeiro: CPAD, 2011;
-. KISTEMAKER, Simon. Apocalipse.
São Paulo: Cultura Cristã, 2004;
-. HORTON, S. M. Apocalipse: As coisas que brevemente devem acontecer. 2.ed., RJ: CPAD, 2001.
-. LAWSON, S. J. As Sete Igrejas do Apocalipse: O Alerta Final de Cristo para seu povo. 5.ed., RJ: CPAD;


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Francisco de Assis Barbosa